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Polícia

há 3 semanas

Associação de PMs elogia ação com travesti morta a tiros na Calógeras: 'certeira' (vídeo)

Trans empunhou arma de um militar e apontou na direção dele

A Associação e Centro Social dos Militares e Pensionistas de MS exaltou, nesta terça-feira (17), ação policial que terminou com uma travesti morta a tiros, na tarde desta segunda-feira (16),  Avenida Calógeras, centro de Campo Grande. A entidade classificou a atuação dos policiais militares como ''técnica'' e ''precisa''.  

O caso gerou grande repercussão, tanto nos sites de notícias quanto nas redes sociais. A ACSMS destacou que dois policiais abordaram um grupo de moradores de rua – entre eles três travestis. O bando reagiu com agressões físicas e arremesso de pedras. Durante a luta corporal, a pistola de um militar caiu e foi recolhida pela travesti ''Gabi'', que em seguida mirou os militares. 

Ainda conforme apurado, um dos policiais notou que a moradora de rua apontava a pistola e atirou – ao menos quatro vezes – para cessar o risco. O socorro foi chamado e a vítima do tiro hospitalizada. 

A entidade – que avaliou o caso com base em imagens de câmeras de segurança – acrescenta que os policiais estavam em menor número e tinham frações de segundos para tomar decisão.  

''O policial dispõe de frações de segundos para avaliar o risco e decidir sob extrema pressão. A resposta teve caráter técnico e proporcional, voltada a cessar a agressão injusta e restabelecer o controle, evidenciando preparo compatível com intervenções críticas'', refletiu a Associação. 

A ACS reitera confiança na apuração da ocorrência e diz que o departamento jurídico está atento às demandas que envolvam seus associados. 

''Especialmente naquelas que tratem de direitos coletivos ou de situações em que a atuação policial repercuta no interesse institucional de toda a categoria'', diz trecho final do comunicado. 

Críticas

A Associação das Travestis e Transsexuais de Mato Grosso do Sul – a ATTMS -cobrou apuração rigorosa sobre a morte de Gabriella, baleada em intervenção policial, no cruzamento da Calógeras com a Rua 15 de Novembro. 

Além de manifestar pesar pelo falecimento da jovem, o documento também critica o que classifica como ''um histórico de violência e discriminação contra travestis e pessoas trans no Brasil''.


 

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