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Polícia

"Guardanapo" disparou cinco vezes contra equipe, afirma PM

A vítima supostamente carregava 1,2kg de cocaína

08 maio 2019 - 12h52Por Da redação/JP News

A arma encontrada com Felipe Francisco Ribeiro, de 19 anos - conhecido nos meios policiais como Guardanapo -, um revólver calibre 22, tinha cinco munições deflagradas, porém não disparadas, além de outras duas intactas. Segundo a versão apresentada pelos policiais militares na ocorrência da morte do suspeito, às 19h de terça-feira (7), ele tentou atirar por duas vezes contra a equipe da Força Tática, em resistência a abordagem, em frente a uma casa abandonada na Rua Irmãos Cameschi, no bairro Parque São Carlos, transição de bairros Planalto e Carioca.

Ainda segundo os militares, com o suspeito foi encontrado 1,2kg de cocaína. Tanto a arma, quanto a droga, foram apreendidas e levadas para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário e registradas pelo delegado plantonista, Ailton Pereira. O caso foi registrado como porte ilegal de arma de fogo, tráfico de drogas e homicídio (se praticado contra autoridade policial). O depoimento dos militares aponta que Felipe Francisco Ribeiro, também conhecido como Felipe Oliveira e Guardanapo teria sido denunciado anonimamente.

Ele estaria em frente à casa abandonada com uma bolsa nas mãos, ao ver a equipe da Força Tática, teria jogado objeto e se escondido. Guardanapo teria se recusado a obedecer os policiais e apontado a arma apertando o gatilho algumas vezes. Os militares revidaram com disparos. O suspeito pulou o muro de outra residência e teria mirado o revolver novamente para a equipe, mas a munição também falhou.

Desta vez, no revide, Felipe foi alvejado e caiu. A arma apreendida tinha duas munições intactas e cinco percutidas, mas não deflagradas. A droga, em três porções, estaria na bolsa. Ainda segundo os militares, pessoas teriam iniciado um tumulto e questionaram se os policiais por não socorrer Felipe, que agonizava. O ferido foi colocado em uma viatura da PM e levado para o Hospital Auxiliadora, aonde chegou sem vida. Ainda na Depac, foi registrada ocorrência para apurar homicídio em decorrência de oposição à intervenção policial.