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Polícia

Moradores detonam MPE e fazem campanha: 'quero o Choque no meu bairro' (vídeo)

Quatro policiais estão proibidos de atuarem no Zé Pereira, após denúncias de criminosos

24 junho 2022 - 11h00Por Thiago de Souza

Internautas repudiaram postura do Ministério Público Estadual, que pediu à Justiça, a prisão de quatro policiais do Batalhão de Choque, em Campo Grande. Os militares foram acusados de abuso de autoridade e estão proibidos de policiarem a região do bairro Zé Pereira, por isso, houve uma campanha: ''quero o Choque no meu bairro''. 

As informações constam em um perfil que se intitula oficial, do Batalhão de Choque da PMMS no Instagram.  

O stories, (seção com mensagens temporárias) da rede social, trouxe dezenas de manifestações de apoio ao BPChoque e repúdio à medida do MP. Um perfil ''Bravos Fronteira'' escreveu: ''Será sempre bem-vindo'', em referência à presença dos militares nos bairros. 

Três outros perfis compartilharam a mesma foto, com os dizeres: ''Será sempre bem-vindo no meu bairro''. Outra conta foi mais específica e citou a região urbana onde os quatro PMs não podem entrar. 

''Serão sempre bem-vindos na região do Imbirussu''. 

Outro internauta disse que o Batalhão é bem-vindo e que os militares podem contar com ele. Outros perfis, atribuídos ao Grupamento Tático de Motos e à Força Tática, fizeram coro à campanha de valorização dos homens do Choque. 

Ainda nos stories, um homem foi curto e grosso com quem acha certo proibir alguns militares do Choque de atuarem no Zé Pereira e região. 

''Quem não gosta de polícia é vagabundo''. 

Um pai gravou um vídeo, ao lado da filha pequenina. Ela disse que o Choque será sempre bem vindo ao bairro. 

Proibição 

Um casal que tem passagens por tráfico de drogas e que mora no Zé Pereira, denunciou abordagem do BPChoque. Marido e mulher dizem que sofreram tortura e truculência, dentro da casa da família. 

Sendo assim, o Ministério Público Estadual pediu a prisão dos quatro militares à Justiça Militar. O juiz Alexandre Antunes da Silva negou o pedido de encarceramento, mas determinou que os policiais não se aproximem da casa das ''vítimas''.