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domingo, 20 de setembro de 2020
Polícia

Operação do Gaeco contra PCC apreende drogas e armas em MS

A ação acontece dentro e fora dos presídios de pelo menos três estados

07 fevereiro 2019 - 09h55Por Anna Gomes

A operação denominada ‘Yin Yang’, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) na manhã desta sexta-feira (7), já apreendeu cargas de cigarros contrabandeadas,  drogas e armas de fogo. A ação está acontecendo em Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Norte.

O Gaeco conta com o apoio da Polícia Militar, Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), Agência Penitenciária Estadual, Depen (Departamento Penitenciário Nacional) e dos Batalhões do Choque e do Bope. A operação tem o objetivo de dar cumprimento a 48 mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão, expedidos pela Juíza da 4ª Vara Criminal de Campo Grande.

Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Campo Grande, Dourados, Três Lagoas, Corumbá, Umuarama (PR) e Mossoró (RN).

Em Campo Grande, além da prisão e busca e apreensão na residência dos envolvidos, os mandados de prisão e busca estão sendo cumpridos pela Agepen (Agência Estadual de Gestão do Sistema Penitenciário) no interior do Presídio Jair Ferreira de Carvalho, IPCG (Instituto Penal de Campo Grande), Presídio Feminino e Estabelecimento Penal do Regime Semiaberto.  Em Dourados, o cumprimento das ordens judiciais no interior da PED está a cargo do Batalhão de Choque da Polícia Militar.

Em Mossoró, os mandados estão sendo cumpridos no Presídio de Segurança Máxima pelo DEPEN. Até o momento já foram apreendidos cigarros contrabandeados, entorpecentes e armas de fogo.

Alvos

Durante as investigações, verificou-se que os alvos da operação de hoje integram a organização criminosa chamada PCC exercendo as mais variadas funções na estrutura criminosa, cuidando desde a convocação de novos integrantes dentro e fora dos presídios (os chamados "batismos"), como também encarregados da prática dos crimes de tráfico de drogas, roubos e homicídios.

Participam da operação os Promotores de Justiça e policiais do GAECO, 125 agentes penitenciários, 80 policiais militares e 04 membros do grupamento aéreo, encarregados de dar suporte aéreo à operação conforme determinação da SEJUSP.

O nome da operação faz referência ao símbolo utilizado pela facção.

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