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sexta, 18 de setembro de 2020
Polícia

Organização criminosa: Gaeco prende ex-secretária de Ladário

Justiça de Mato Grosso do Sul decretou a prisão de quatro pessoas

25 fevereiro 2019 - 09h19Por Rodson Willyams

A ex-super-secretária de Assistência Social e Administração, Andressa Moreira Anjos Paraquett, está entre as quatro pessoas que tiveram o pedido de prisão preventiva decretados pela Justiça durante a Operação Terra Branca II, deflagrada pelo Gaeco, nesta segunda-feira (25). A ação acontece no município de Ladário, distante 428 km de Campo Grande. 

Segundo informações do Ministério Público, a investigação ocorre por crimes de peculato, corrupção, falsidade e organização criminosa tendo como foco a Secretaria de Assistência Social de Ladário.

O TopMídiaNews entrou em contato com o vereador Jonil Junior Gomes (PMN), que informou que os policiais estão concentrados na Secretaria de Assistência Social e na prefeitura para cumprir os 14 mandados de busca e apreensão de documentos. 

Primeira fase da investigação 

O prefeito afastado Carlos Ruso (PSDB), o secretário municipal de Educação, Helder Naulle Botelho e sete dos onze vereadores de Ladário, foram presos em novembro de 2018 durante operação do Gaeco que investiga pagamentos feitos pelo chefe do Executivo aos parlamentares em troca de apoio político. O "mensalinho", conforme o procurador-geral de Justiça, Paulo Passos, variava entre R$ 1,5 mil e R$ 3,5 mil e acontecia há mais de um ano. O salário mensal de um vereador na cidade é de cerca de R$ 6 mil.

Indicação de cargos na Secretaria de Educação, pelos vereadores acusados, também fazia parte do "acordo". Os parlamentares ainda teriam barrado uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que averiguava denúncias de irregularidades na Saúde. 

Os vereadores presos foram: Vagner Gonçalves (PPS), Agnaldo dos Santos Silva Junior (PTB), André Franco Caffaro (PPS), Augusto de Campos (MDB), Lilia Maria Villalva de Moraes (MDB), Paulo Rogério Feliciano Barbosa (PMN) e Osvalmir Nunes da Silva (PSDB). Todos os acusados estão presos em Campo Grande, onde está concentrada a investigação.

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