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segunda, 14 de junho de 2021
Polícia

Polícia procura pastor suspeito de matar adolescente e jogar corpo em terreno baldio

Ela apresentava um hematoma no pescoço e uma lesão na boca

14 maio 2021 - 10h12Por Dany Nascimento

A avó materna da adolescente Aguida Fernandes Freitas, de 14 anos,  Luzia Aguiar, de 63 anos, afirma que a família está revoltada com a morte da jovem. Ela foi encontrada morta após desaparecer em Pariquera-Açu, no interior de São Paulo. 

Um pastor é o principal suspeito de matar a menina e a polícia realiza buscas pelo suspeito. 

“A dor é imensa e a revolta também. Foi tirado de nós nosso pedaço mais precioso. Era uma menina ainda com alma de criança, brincalhona, alegre e meiga. A ficha não caiu", diz avó.

Segundo o G1, a adolescente desapareceu na noite da última terça-feira (11). Segundo o pai, a filha pegou o celular da irmã, por volta das 19h30, e foi para a frente da casa da família, localizada na Rua Augusto Gauglitz. 

Depois disso, ele a procurou e viu que a filha não estava mais na frente da residência. O pai tentou ligar para a adolescente, mas a chamada terminava na caixa postal.

Como a menina nunca havia desaparecido anteriormente, o pai a procurou por bairros da cidade, mas ninguém soube informar seu paradeiro. 

No outro dia, o genitor registrou o desaparecimento da filha na delegacia. Uma amiga da adolescente relatou ao pai da menina que a viu com um rapaz próximo de onde a vítima morava.

A polícia foi até a residência indicada, porém, ela estava vazia. As autoridades fizeram buscas e encontraram o corpo da jovem em um terreno ao lado do imóvel, na quarta-feira (12).

Ela apresentava um hematoma no pescoço e uma lesão na boca. Os policiais descobriram que o homem citado pelas testemunhas é um pastor que havia alugado a casa recentemente, para onde iria se mudar com a família. 

O delegado Fábio Maia, responsável pelo caso, informou que, desde quando o corpo foi localizado, o suspeito abandonou a família e desapareceu.

"É muito difícil tudo isso. O sentimento de toda a família é de querer justiça, porque isso não pode ficar impune, ela era uma criança. É horrível isso, a gente vê acontecer com tantas meninas e nunca imagina que vai acontecer na nossa família", lamenta a avó.