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Polícia

há 6 anos

Seis testemunhas afirmam que agente foi espancado em show antes de matar jovem, diz defesa

Até o momento, 15 testemunhas prestaram depoimento à polícia; defesa vai trabalhar com legítima defesa

Pelo menos seis testemunhas que já prestaram depoimento à polícia afirmaram que o agente penitenciário federal Joseilton de Souza Cardoso, 34 anos, foi espancado antes de atirar e matar o pedreiro Adilson Ferreira dos Santos, 22 anos, durante um show sertanejo no dia 23 de setembro. 

O advogado de defesa de Joseilton, José Roberto Rodrigues da Rosa, informou na tarde desta quinta-feira (28), que o cliente foi agredido por Adilson e mais dois homens na fila do banheiro. ''Adilson e mais dois homens teriam furado a fila, o que causou a briga. A princípio, a discussão começou com um homem estava na frente do meu cliente, mas como Joseilton era o menor, foram pra cima dele", explicou.

Segundo Rosa, Adilson teria dado um soco e uma rasteira em Joseilton. No chão, ele foi agredido com socos e chutes, a maioria na cabeça. "Até o momento 15 testemunhas já foram ouvidas e, pelo menos seis delas, afirmaram que Joseilton foi o que mais apanhou na briga", ressaltou.

O agente penitenciário teria pedido para que Adilson parasse com as agressões, mas com a negativa, sacou a arma e disparou um tiro contra o jovem. "A arma estava carregada com 15 munições e ele disparou apenas um contra o jovem. Depois disso, ele entregou a arma para um do segurança que chegou ao local".

Questionado sobre o motivo do agente estar armado em um show, o advogado afirmou que isso não é contra a lei. "Como o local do show era aberto, Joseilton tinha autorização para entrar armado. Caso fosse uma boate fechada, ele não poderia. Ele sempre andava armado porque era responsável por  cuidar de presos perigosos e já havia recebido ameaças", contou.

Apesar de não estar comprovado que o agente estaria embriagado no momento do crime, o advogado acredita que ele tenha ingerido bebida alcoólica. ''Ninguém vai para camarote e não bebe nada".

De acordo com o advogado, tudo indica que a defesa trabalhará com a tese de legítima defesa. 

Joseilton teve um pedido de habeas corpus negado e segue preso. O caso está sendo investigado pela 3ª Delegacia de Polícia Civil.

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