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Política

Acompanhado da família, Odilon vota no Itanhangá Park

'Hoje é o dia da sentença final. Vimos um crescimento vertiginoso, esperamos vitória', declarou

28 outubro 2018 - 09h17Por Diana Christie e Amanda Amaral

Acompanhado da família, o juiz aposentado Odilon de Oliveira (PDT) chegou ao local de votação na Escola Padrão, em Campo Grande, por volta das 8h45 deste domingo (28).

No colégio, localizado na Rua Joaquim Murtinho, Itanhangá Park, ele se mostrou bem otimista e descartou o assunto “virada”, garantindo que é “vitória” porque há várias pesquisas em que aparece em primeiro lugar.

“Os desafios são muitos e, se eu for eleito, a primeira medida é ir para Brasília na próxima semana discutir emendas para o Estado. Hoje é o dia da sentença final. Vimos um crescimento vertiginoso, esperamos vitória", declarou.

Ele destaca que a distribuição igual do tempo de televisão e rádio durante o segundo turno foi muito benéfica para esse crescimento e, mesmo que seja derrotado, vai celebrar a disputa democrática.

Fake News

Odilon revelou que vai acompanhar a apuração dos votos em casa com a família e amigos e repudiou uma nova onda de ‘fake news’ [notícias falsas], que teriam sido distribuídas durante a madrugada.

Ele afirma que a campanha adversária espalhou que seu filho, o vereador Odilon Junior, foi preso pela Polícia Federal durante a madrugada, o que não é verdade. “Quero eleições limpas”, reclamou.

Apoio a Bolsonaro ou Haddad

Já em relação ao apoio de Ciro Gomes (PDT), que decidiu não pedir voto nem para Fernando Haddad (PT) nem para Jair Bolsonaro (PSL), Odilon destacou que a posição é legítima.

"Não tenho criticas sobre o posicionamento dele. Está dentro do que determinou as diretrizes do partido. O entendimento geral permite essa posição dele", finalizou.