O ex-governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja (PL), candidato ao Senado, afirmou que pretende atuar no Congresso para reduzir a burocracia e acelerar a votação de propostas. A declaração foi feita no programa eleitoral exibido na noite de quarta-feira (9), com trecho gravado ao lado do candidato a presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Durante a propaganda, Reinaldo afirmou que o país está “estagnado” e atribuiu parte do problema à demora na análise de projetos no Congresso Nacional.
“O problema é a falta de vontade em Brasília de fazer o que precisa ser feito. Passou da hora de destravar o Brasil: atualizar leis, melhorar o orçamento, modernizar regras, eliminar burocracias, melhorar a segurança jurídica e a vida do povo brasileiro”, disse.
O candidato citou como exemplos de propostas que, segundo ele, estão paradas no Congresso a PEC da Segurança, mudanças na jornada de trabalho 6 por 1, a discussão sobre a maioridade penal, a regulamentação das Big Techs, o marco legal da inteligência artificial e projetos de reforma administrativa.
“Não falta solução, falta decisão”, afirmou.
Reinaldo também defendeu a adoção de medidas em áreas como segurança pública, saúde e infraestrutura. Segundo ele, propostas para aumentar investimentos em rodovias, ampliar recursos para o SUS e combater o crime organizado acabam demorando para avançar.
“Todo mundo concorda que hoje, no Brasil, tudo é enrolado. Investir nas rodovias, colocar mais dinheiro no SUS, combater o crime organizado, facilitar e simplificar para quem trabalha e produz, tudo acaba ficando só na intenção. Pouca coisa vira realidade”, declarou.








