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Política

há 1 semana

Concorrência é grande! Simone ainda é dúvida para o Senado em SP

Ela disputa vaga contra Marina Silva e Márcio França

A sul-mato-grossense Simone Tebet (PSB) ainda não está totalmente confirmada para a disputa ao Senado por São Paulo. Isso, porquê a aliança de centro-esquerda PSB-PT-Rede é ampla, com vários postulantes competitivos.   

Segundo o Estadão apurou, Tebet tem como concorrentes diretos a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede) e o ex-governador de SP e ex-ministro do Governo Lula, Márcio França (PSB). 

O jornal paulista destaca que o PT entende que há tempo hábil para solucionar essa equação. Neste caso, uma das alternativas é deixar Tebet concorrer como vice de Fernando Haddad, que vai disputar o governo paulista. A viabilidade se dá em razão de Simone atrair um público mais de centro e centro-esquerda.  

Nos bastidores, segue o Estadão, lideranças petistas afirmam que França gostaria de inserir Tabata Amaral (PSB-SP) como vice de Haddad. Assim, Márcio, que preside o PSB de SP, poderia sair candidato a deputado federal sem dividir votos com a correligionária.

No entanto, observa o jornal, tanto o PT quanto Tabata resistem a essa composição.

Outra possibilidade seria colocar Marina Silva como vice de Haddad. Porém, setores do PT que o perfil mais à esquerda da ambientalista seria menos assertivo para ampliar apoio ao centro. 

Tebet 

Pesquisa do AtlasIntel/Estadão mostrou que Simone Tebet lidera intenções de voto para o Senado, com 22,6%. Colado nela aparece o Capitão Derrite (PP), com 22% e Marina Silva, com 19,6%. 

O vice-prefeito de São Paulo, Coronel Mello Araújo (PL), soma 14,8%, enquanto os deputados Ricardo Salles (Novo) e Paulinho da Força (Solidariedade) contabilizam 11,1% e 0,5%, respectivamente.  

Vaias

Tebet, conforme os bastidores da política, teria grandes dificuldades de disputar qualquer eleição em MS. Já em SP, onde há um reduto de esquerda e lulista, a ex-prefeita de Três Lagoas tem mais chances, sobretudo pelo discurso mais moderado que do PT. 
Vaias recebidas durante um evento em Três Lagoas, em junho de 2025, foram o maior sinal de alerta sobre a rejeição da então filiada ilustre do MDB. 

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