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terça, 29 de setembro de 2020
Política

Em audiência com ministro da Educação, deputados brigam e Rose Modesto tem celular 'furtado'

No tumulto, parlamentar pegou o aparelho da deputada, recuperado duas horas depois do episódio

22 maio 2019 - 17h26Por Celso Bejarano, de Brasília
Em audiência com ministro da Educação, deputados brigam e Rose Modesto tem celular 'furtado'

Audiência com o ministro Abraham Weintraub (Educação), na Comissão da Educação da Câmara dos Deputados, que começou por volta das 9h30 minutos da manhã desta quarta-feira (22), acabou mais cedo, às 14h, por um tumulto provocado por discussões que envolveram estudantes da Une (União Nacional dos Estudantes) e parlamentares.

Na confusão, sumiu o telefone celular da vice-presidente do colegiado, a deputada federal sul-mato-grossense Rose Modesto (PSDB). O aparelho foi recuperado duas horas depois do episódio.

A discussão que antecipou o fim do debate ocorreu logo depois de representantes da Une e ainda da Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), quererem fazer perguntas ao ministro, que respondia as questões manifestadas pelos integrantes da Comissão de Educação.

O ministro recusou, daí a trapalhada. A deputada federal Alice Portugal, do PC do B da Bahia e o Delegado Valdir do PSL de Goiás travaram um bate-boca. A parlamentar chamou Valdir de “delegado de calça curta”; já o deputado disse para Alice ir “fumar maconha”.

Nervoso, o parlamentar, ao levantar-se, catou o aparelho telefônico de Rose Modesto, que sentava-se ao seu lado.

A deputada de MS, que não comentou a confusão, disse que enquanto respondia as perguntas dos parlamentares, o ministro “não disse nada de proveitoso” quanto ao corte anunciado recentemente no setor da educação.

“Ele [Abraham] disse que o corte não afeta, por exemplo, as universidades até o mês de setembro. Mas e depois de setembro?”, questionou a parlamentar.

VEJA O VÍDEO:

Na audiência, o ministro disse que o governo "trabalha uma proposta melhor" para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), repassado pela União aos estados e municípios como contribuição para a educação básica - que engloba do ensino infantil ao médio.

Em MS, o recurso, que não será repassado a partir de dezembro deste ano, ajudar a pagar os salários dos professores.

O fim do Fundeb tem sido debatido à exaustão em Brasília. Parlamentares e governadores pedem que o repasse do fundo seja permanente.

 

 

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