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Política

há 16 minutos

Ex-sócio de editora 'mãe das fraudes' diz que Gaeco foi desonesto, mas tem apelo negado

Joatan Gomes Peixoto está em liberdade, mas pedido para trancar ação sequer foi analisado

Joatan Gomes Peixoto – um dos investigados por fraude à Educação e Saúde de MS, entrou com habeas corpus e tentou macular a investigação do Gaeco, em Campo Grande. No entanto, o Tribunal de Justiça sequer analisou o pedido. 

Conforme a decisão dos desembargadores, o investigado por estelionato, associação criminosa e receptação foi à segunda instância da Justiça pedir que a ação fosse trancada, alegando que o houve acesso ilegal ao celular dele e que, portanto, as provas colhidas com ele e que geraram novas investigações devam ser anuladas, dentro da teoria da ''arvore da árvore envenenada''. 

Ainda segundo o pedido, também foi alegada quebra de cadeia de custódia e inépcia da acusação de associação criminosa. O relator do pedido, que tramitou na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de MS - não conheceu do pedido e foi acompanhado por todos os paers. Justificou que a argumentação trazida pelo investigado ainda não havia sido avaliada pelo juízo original e isso geraria supressão de instância judicial. 

Solto 

Joatan estava preso desde 7 de julho, dia da operação. Foi solto nesta quinta-feira (16), mas terá de usar tornozeleira eletrônica por 180 dias, além de outras medidas cautelares. 

Sócio 

O investigado foi sócio da Editora Avante, empresa pivô do esquema criminoso de fraudes em compras públicas sem licitação. Servidores e empresários se uniram com o objetivo de conquistar contratos milionários ante um processo fraudulento e repartiam os lucros da aquisição de livros paradidáticos em diversas prefeitura de MS. 
 
 

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