Joatan Gomes Peixoto – um dos investigados por fraude à Educação e Saúde de MS, entrou com habeas corpus e tentou macular a investigação do Gaeco, em Campo Grande. No entanto, o Tribunal de Justiça sequer analisou o pedido.
Conforme a decisão dos desembargadores, o investigado por estelionato, associação criminosa e receptação foi à segunda instância da Justiça pedir que a ação fosse trancada, alegando que o houve acesso ilegal ao celular dele e que, portanto, as provas colhidas com ele e que geraram novas investigações devam ser anuladas, dentro da teoria da ''arvore da árvore envenenada''.
Ainda segundo o pedido, também foi alegada quebra de cadeia de custódia e inépcia da acusação de associação criminosa. O relator do pedido, que tramitou na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de MS - não conheceu do pedido e foi acompanhado por todos os paers. Justificou que a argumentação trazida pelo investigado ainda não havia sido avaliada pelo juízo original e isso geraria supressão de instância judicial.
Solto
Joatan estava preso desde 7 de julho, dia da operação. Foi solto nesta quinta-feira (16), mas terá de usar tornozeleira eletrônica por 180 dias, além de outras medidas cautelares.
Sócio
O investigado foi sócio da Editora Avante, empresa pivô do esquema criminoso de fraudes em compras públicas sem licitação. Servidores e empresários se uniram com o objetivo de conquistar contratos milionários ante um processo fraudulento e repartiam os lucros da aquisição de livros paradidáticos em diversas prefeitura de MS.








