Vereador Marquinhos Trad (PV) elencou a ativista Elisangela Silva de Souza, 43 anos, como testemunha em processo que move contra a prefeita Adrane Lopes (PP) por calúnia. Em janeiro deste ano, a gestora disse que Trad financiava manifestantes para prejudicar a administração.
A ação corre na 5ª Vara Criminal de Campo Grande. A audiência de instrução e julgamento foi agendada para 12 de agosto e no site da Justiça consta como processo por ''crimes de calúnia, injúria e difamação''.
A testemunha Elisângela é mãe atípica e, em 1º de dezembro, cobrava direitos e cumprimento de decisões judiciais sobre alimentos para a criança com necessidades que possui. Ela foi lançada ao solo por um dos guardas e ficou com escoriações diversas. Uma idosa também foi agredida.
O ativista e mestre em Educação, Washington Alves Pagane, agredido e preso pela Guarda Civil Metropolitana também irá testemunhar no processo. Outros participantes da manifestação igualmente falarão em juízo.
Marquinhos
Além de acusar – sem provas – Marquinhos de financiar ou organizar protestos de rua, a prefeita disse, em uma rádio local, que ele não tinha moral para defender as mulheres, quando este criticou a agressão à mãe atípica.
A mesma acusação foi feita contra Rose Modesto (UB), que foi chamada de ''eterna candidata''. Tanto Marquinhos como Modesto prometeram e estão processando a gestora.
O espaço está aberto para manifestação dos citados.








