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Política

MDB minimiza crise com Simone e revela que plano era segurar até Puccinelli sair da cadeia

Plano original era segurar o registro até soltura de André; com derrota na Justiça, partido foi para plano C

15 agosto 2018 - 17h00Por Rodson Willyams e Amanda Amaral

O presidente interino do MDB, senador Waldemir Moka, minimizou a desistência da senadora Simone Tebet ao Governo do Estado. Segundo ele, a candidatura de Simone era 'incerta' dentro do MDB.

Moka revelou que o partido aguardava mesmo a saída do ex-governador André Puccinelli, que permanece preso, para que pudesse retomar a sua candidatura. No entanto, devido aos entraves jurídicos, o italiano permaneceu preso e, próximo da data de registro da candidatura, Simone precisou recuar.

"Nós tínhamos a expectativa que o Puccinelli fosse solto e, até o prazo limite, era ele que seria o nosso candidato", revelou o senador.

Com a mudança de planos, o MDB indicou o presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi, para ser o candidato do partido. Quanto ao vice, Mochi disse que a escolha deve obedecer dois critérios: "credibilidade e nome forte. E se for alguém do MDB, que seja uma candidata mulher", comentou.

Fontes ouvidas pelo TopMídiaNews apontam que pode ser a professora Zélia Nolasco, porém, nada foi confirmado. O partido segue com às conversações até hoje (15), último dia de registro de candidaturas, quando fará o anúncio oficial do (a) vice.