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Política

Novo senador, Pedro Chaves aguarda ligação de Renan e promete investir no social

12 maio 2016 - 10h12Por Dany Nascimento

Prestes a assumir a vaga de senador deixada por Delcídio do Amaral (Sem Partido), o primeiro suplente, empresário Pedro Chaves dos Santos (PSC-MS) afirmou ao TopMídiaNews que está aguardando a ligação do presidente do Senado, Renan Calheiros, para agendar uma data para a solenidade de posse. O processo deve caminhar já na próxima semana.

Mesmo tendo um prazo de 30 dias para assumir o cargo, o empresário garante que o ato será realizado na próxima semana. "Estamos com uma expectativa muito boa para assumir o cargo, estou aguardando uma ligação do Renan para definir o dia, mas será na semana que vem".

Chaves destaca que pretende dar continuidade aos projetos que foram deixados por Delcídio, com objetivo de não prejudicar aqueles que contavam com os projetos do senador cassado. "Primeiro quero dar continuidade aos projetos que o Delcídio deixou, vamos dar andamento em todos para que ninguém saia prejudicado".

O empresário ainda nem chegou ao Senado, mas explica que já conversou com alguns senadores de Goiás e sugeriu a criação de um bloco constituído apenas de senadores do Centro-Oeste, tendo uma força maior dentro da Casa. "Tem um bloco dos evangélicos, tem um bloco do Nordeste e eu sugeri para alguns senadores que seja criado o bloco do Centro-Oeste, que deve ser composto por 15 senadores tendo um total de 20% de poder dentro do Senado para beneficiar a nossa região".

Pedro ressalta ainda, que sua área de atuação será diferente do foco de Delcídio e afirma que atuará mais na área de humanas. "A Área do Delcídio era de Infraestrutura, ele tinha o foco voltado para as estradas. Eu pretendo focar mais na área de humanas e investir na educação, na saúde, na cultura e também na economia".

Questionado sobre a votação do senado, que afastou a presidente Dilma Rousseff (PT) do governo, Chaves diz que prefere se manter neutro até tomar conhecimento dos documentos apresentados para que a petista fosse afastada por 180 dias.

"Eu ainda vou analisar, agora vamos para a segunda etapa após o afastamento, mas pretende analisar os fatos de forma independente, ver o lado da defesa, da acusação e depois formar uma opinião sobre isso", finaliza o futuro senador.