(67) 99826-0686
Reviva centro

Concorrência é grande, mas vereadores apostam no trabalho realizado para retornar à Câmara

Para esta eleição, há 22 candidatos por vaga na Casa de Leis

30 AGO 2016
Rodson Willyams
19h00min
Foto: André de Abreu

Para as eleições de 2016, o Tribunal Superior Eleitoral registrou, até o momento, 663 candidatos. Alguns ainda aguardam julgamento, pois o órgão deve deferir ou indeferir a candidatura. Porém, considerando o número de candidatos registrados e dividindo pelo número de cadeiras existente na Câmara Municipal, a média é de 22 candidatos para cada uma das 29 vagas disponíveis na Casa de Leis.

Em razão da alta disputa, o TopMídiaNews procurou ouvir os atuais vereadores que tentam a reeleição. A primeira foi a vereadora Luiza Ribeiro, do PPS, que afirmou estar tranquila em virtude da enorme quantidade de candidatos para o pleito de 2016.

Segundo a parlamentar, o elevado número de candidatos para esta eleição demonstra a democracia existente no país e permite ao eleitor a liberdade de escolha. "Acho positivo porque a sociedade terá vários candidatos. O eleitor fará a escolha razoável para ter sua representatividade. A vaga não é minha, é do povo e é ele que quem vai decidir o que for melhor".

Outro a comentar foi o vereador Coringa, do PSD. Para ele, a pluralidade de candidatos é importante para o sistema democrático. "Eu vejo que o eleitor terá o poder para avaliar os que estão com mandato e também analisar estes que estão entrando. Para quem tem mandato, o eleitor poderá fazer uma avaliação sobre o que ele fez nesse período. Já para quem quer entrar, ver o que a pessoa ofereceu de bom para a sociedade".

Coringa ainda destacou que a renovação na Câmara é benéfica para a sociedade. "Mas eu estou tranquilo, fiz o meu trabalho nesses três anos e meio, fui vereador 24 horas por dia. Fui campeão em emendas legislativas e apresentei muitas propostas, além de ter um gabinete itinerante. Por isso, estou tranquilo".

O vereador Chiquinho Telles, do PSD, lembra que apesar do eleitor desejar a renovação, não adianta o candidato pedir voto só na eleição. "A campanha não se faz só nos 30 dias, se faz com trabalho. Eu tive quatro mil indicações e 47 projetos de lei aprovados. E não se conquista voto apenas no período eleitoral. Acredito que a população vai saber diferenciar o mandato de gente que faz e de quem não faz".

Assim como Coringa, Telles também pontuou que a população precisa analisar outro ponto em relação à campanha eleitoral. "A população tem que avaliar o Executivo. E é preciso deixar bem claro, que o Executivo deixou de executar e com isso a cidade ficou parada", finalizou. 

Veja também