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segunda, 21 de setembro de 2020
Política

Itop: Saúde, Educação e Segurança Pública ainda são o 'calcanhar de Aquiles' dos campo-grandenses

Ouvidos na sondagem de opinião pública afirmam que querem até pena de morte e mudanças em leis

28 maio 2019 - 07h00Por Celso Bejarano, de Brasília

O campo-grandense espera do governo de Jair Bolsonaro (PSL) mais programas atinentes aos setores da Saúde, Segurança Pública e Educação, segundo sondagem de opinião pública, organizada pelo Itop, o Instituto TopMidia de Pesquisa. Levantamento foi feito na capital sul-mato-grossense, entre os dias 7 e 10 deste mês de maio, período que foram ouvidos 600 moradores de bairros distintos da cidade.

Pelo estudo, Saúde é o segmento mais solicitado pelos habitantes da cidade.

Entre os pesquisados 53% querem que o governo de Bolsonaro aumente verbas da saúde, mas fiscalize onde têm sido empregadas, melhore as equipes médicas, enfermeiros e atendentes, exigindo qualificação especial no trato com pessoas.

Os entrevistados querem ainda que o atendimento médico seja mais humanizado e que o governo federal autorize “o Ministério da Saúde comprar e distribur os medicamentos e aparelhos que os hospitais utilizam, tirando, assim, o dinheiro das mãos dos governadores e prefeitos".

Na sequência, diz a pesquisa Itop, 51% dos pesquisados com idades acima de 16 anos, pediram Segurança Pública.

No levantamento, os sondados pediram que "o governo federal incentive programas para qualificar e treinar melhor os policiais, bem como oferecer armas potentes, aumentar o efetivo civil e militar, acabar com o tráfico de drogas e reduzir a idade penal".

Nessa pergunta destinada aos pesquisados, é citado como condição para melhorar a segurança a imposição da pena de morte ou prisão perpétua e ainda que avance as leis brasileiras. No governo de Bolsonaro, ao menos até agora, nem em cogitações há a intenção de se aplicar a pena de morte no país.

Na Educação, 43% dos ouvidos no levantamento disseram que querem “mais qualificação professores, universidades públicas e cursos, segurança pública nas escolas públicas e particulares, incentivo às empresas em buscar novos talentos nas universidades, acabar com o analfabetismo e ainda facilitar o intercâmbio estudantil com outros países”.

O campo-grandense (38%) quer também que o governo de Bolsonaro priorize programas de geração de empregos (incentivar pequenos produtores, empresários e profissionais liberais, criando um fundo de apoio a quem se interessar).

Trinta e um por cento dos ouvidos na pesquisa do Itop querem a Habitação como prioridade de governo (acabar com favelas no país e oferecer moradia digna aos carentes).

A Assistência Social, como mais programas aos idosos, foi lembrada por 23% dos sondados.

E o Meio Ambiente (criar programas para ajudar os pequenos produtores e fiscalizar melhor as áreas de risco ambiental) foi solicitado por 9% dos ouvidos na pesquisa.

Ainda de acordo com o levantamento, “a soma percentual ultrapassou 100% devido as múltiplas respostas dos entrevistados”.

O grau de confiança do estudo é de três pontos percentuais para cima e três pontos percentuais para baixo.

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