Governo de MS celebra excelentes números as áreas de segurança alimentar e redução da fome no Estado. Foi dito que 81,5% dos domicílios têm segurança alimentar, acima da média nacional, em razão da administração apostar em renda, assistência, agricultura familiar e educação para enfrentar a problemática.
Conforme divulgado, o avanço no combate à insegurança alimentar é confirmado pela PNAD Contínua Segurança Alimentar, do IBGE; 81,5% dos domicílios do Estado estavam em situação de segurança alimentar em 2024, índice superior à média nacional, de 75,8%.
O resultado, diz o texto, coloca o Estado entre as unidades da federação com melhores indicadores do país. Ao mesmo tempo, Riedel destaca que os números positivos não significam que o desafio esteja vencido: 18,5% dos domicílios ainda enfrentam algum grau de insegurança alimentar e 2,4% vivem em situação grave, quando a fome chega à mesa.
No raciocínio do gestor, o combate está além da transferência de renda.
''A segurança alimentar nasce da combinação entre emprego, transferência de renda, agricultura familiar, rede socioassistencial, permanência escolar e presença do Estado nos territórios mais vulneráveis'', afirma.
A estratégia adotada pela gestão reúne programas da gestão do Progressistas, como o Mais Social, o MS Supera e ações de fortalecimento da agricultura familiar e de compras públicas por meio do PAA. A proposta, diz a divulgação, é conectar assistência, geração de renda, educação e produção de alimentos, criando caminhos para que as famílias tenham condições de superar a vulnerabilidade.
Corumbá
Um relato de Corumbá foi trazido como exemplo. A dona de casa Elaine Moraes conhece de perto essa transformação, já que chegou a viver com o marido e os dois filhos em um barraco de lona. A conquista de um emprego pelo esposo e o acesso ao Mais Social gerou mais segurança para comprar alimentos, leite e fraldas para as crianças.
''O próximo passo é continuar o curso, trabalhar mais e prosperar'', afirma.
Supera
O MS Supera atua em outra frente, diz o governo: garantir que jovens de baixa renda consigam permanecer nos estudos. O benefício de R$ 1.621 é destinado a estudantes que atendem aos critérios do programa e estão matriculados em cursos técnicos ou superiores.
Foi citado também o caso da indígena terena Ana Vanessa, mãe solo de três filhos e estudante de Geografia. Criada pela avó em Anastácio, ela conciliava trabalho e faculdade em meio a dificuldades financeiras. Contemplada pelo MS Supera nas primeiras semanas da graduação, passou a utilizar o benefício para ajudar nas despesas da casa e da universidade.
''Sem ele eu não estaria na faculdade'', afirma. Em tom bem-humorado, chama o programa de ''meu marido''.
A política de segurança alimentar também contempla povos indígenas e comunidades tradicionais, com ações emergenciais de distribuição de alimentos e apoio à retomada produtiva. A estratégia inclui iniciativas voltadas à produção de subsistência e à agricultura familiar, buscando unir resposta imediata e autonomia no longo prazo.
especialista
O nutricionista Emerson Duarte destaca que a alimentação está na base de todas as demais políticas públicas.
''Não existe saúde sem uma alimentação adequada. Não existe aprendizado quando uma criança vai para a escola com fome'', afirma.
O Estado também mantém o Plano Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional e integra o SISAN, fortalecendo o planejamento e a articulação das ações públicas.
Meta
Para Riedel, o próximo passo é fazer com que os avanços alcancem quem ainda enfrenta dificuldades. “Mais renda, mais compra da agricultura familiar, mais permanência escolar, mais assistência nos territórios, mais equipamentos públicos e mais planejamento municipal. É assim que a política pública deixa de ser sigla e volta para onde precisa estar: sobre a mesa da família”, conclui.








