Marcos Pollon (PL) escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, do mesmo partido, para a disputa ao Senado em 2026, já tem listadas as prioridades quando tomar posse: libertar Jair Bolsonaro e soltar mulheres e idosas presas em razão do que chama de ''abuso'' sobre o 8 de Janeiro.
''Enquanto isso ocorrer [inocentes presos] não há segurança jurídica no Brasil. E sem isso ninguém investe no Brasil'', avaliou Pollon sobre decisões esdrúxulas de alguns ministros do STF.
Pollon refelte que muitas leis estão sendo criadas pelo Supremo e o Poder Legislativo está se omitindo e o Executivo [Governo Lula] está promovendo uma corrupção gigantesca.
''Só de cartão corporativo já foram 1 bilhão de reais'', revelou o bolsonarista. Ele lamentou também o fato de o Senado já não poder mais ser o fiscal do Judiciário, naquilo instrumento que é conhecido como ‘’sistema de freios e contrapesos’’ entre os poderes.
O deputado federal criticou também os escândalos do Banco Master e INSS no atual governo. Lamentou o envolvimento de ministros do STF e crê que seja a maior roubalheira da história.
''Deixa a impressão que não existe mais Direito, só existe quem tem acesso melhor'', observou.
Outro fato lamentado por Pollon é o fato de muitos senadores atuais terem ''rabo preso'' na Justiça. E quando esses parlamentares insinuam investigar ministros, acabam tendo seus processos ''acelerados'' pelo Supremo.
O espaço está aberto para manifestação do Poder Executivo e Judiciário.








