A sul-mato-grossense e ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro, Tereza Cristina (PP) é apontada nos bastidores como alternativa para o Ministério das Relações Exteriores.
Conforme divulgou o UOL, nesta segunda-feira (21), Tereza foi elencada com um dos nomes mais fortes para comandar o Itamaraty. A sugestão, diz o site, foi indicação da chamada ‘’ala racional’’ da equipe de Flávio.
Ainda segundo o site, a movimentação em torno do nome de Cristina ocorre em meio às especulações sobre o futuro de Eduardo Bolsonaro, irmão do candidato. Ele vive atualmente nos Estados Unidos alegando perseguição política e também foi tido, por outra ala do bolsonarismo, como um provável ministro das Relações Exteriores.
Porém, segue o site, setores da campanha e aliados de Flávio demonstram resistência à possibilidade de Eduardo assumir a diplomacia brasileira. Nesse cenário, Tereza Cristina aparece como uma alternativa considerada por setores políticos e empresariais.
De ministra da Agricultura ao Itamaraty
Tereza Cristina ganhou projeção nacional durante o governo de Jair Bolsonaro, quando comandou o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A sul-mato-grossense já tinha sido cogitada e foi convidada a ser candidata à vice-presidência, mas o nome teria sido vetado por ministros do Supremo e pelo presidente do PP, Ciro Nogueira.
A experiência no setor do agronegócio é um dos fatores que colocam o nome da senadora no debate sobre uma eventual política externa mais voltada para comércio exterior, investimentos e relações econômicas. Setores empresariais, além do próprio agronegócio, veriam com bons olhos a possibilidade de Tereza Cristina ocupar o posto.
Dentro do Itamaraty, a eventual escolha também seria recebida, segundo a reportagem, de maneira positiva por diplomatas.









