Projeto de Lei Complementar 07/25, enviado pela prefeitura à Câmara Municipal e que trata, entre outros tributos, do IPTU, já nasceu polêmico, em Campo Grande. Setor imobiliário vê encarecimento e novas faixas de tributação, o que prejudica a economia da Capital.
O projeto pretende alterar o Código Tributário Municipal, responsável por definir regramento para impostos como o ITBI, ISS e o mais conhecido da população: o IPTU. O projeto chegou à Casa de Leis nesta segunda-feira (18) e já causou perplexidade em razão das mudanças propostas.
O vereador André Salineiro, por exemplo, já chamou audiência pública para populares, empresários e associações discutam sobre as alterações propostas por Adriane Lopes. A empresária Karina Abussafi foi às redes sociais e alertou que o projeto contém uma ''pegadinha''.
''Todas as alterações são prejudiciais ao contribuinte do IPTU'', alertou Karina. Ela observou que um dos capítulos o aumento está disfarçado de desconto e por isso chama a atenção da população sobre a
Os pontos mais polêmicos destacados por Karina é a proposta de aumento das alíquotas dos terrenos de loteamento fechado e reduzir drasticamente as possibilidades de redução da alíquotas dos terrenos de rua que contenham pequenas edificações. O detalhe é que condomínios fechados não recebem serviços da prefeitura.
''Além de instituir revisão anual da base de cálculos do IPTU'', desabafou e complementou:
''Ou seja, todas as medidas representam aumento drástico do IPTU de Campo Grande, que já é muito alto e impactam de forma contundente o mercado imobiliário'', destacou.
A empresária refletiu que o setor imobiliário representa força importante da economia do país inteiro.
''Representa uma necessidade básica do ser humano, que é a necessidade de habitação'', refletiu.







