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Política

há 1 hora

Rodolfo Nogueira propõe retirar tomadas de celas para dificultar uso de celulares por presos

Deputado federal de MS afirma que medida busca impedir que detentos mantenham aparelhos clandestinos carregados dentro dos presídios

O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) apresentou uma proposta para retirar tomadas e pontos de energia elétrica de dentro das celas dos presídios. A iniciativa busca dificultar que presos mantenham celulares clandestinos carregados e em funcionamento nas unidades prisionais.

Segundo o parlamentar, a retirada dos pontos de energia seria uma forma de complementar as medidas de fiscalização e apreensão de aparelhos eletrônicos no sistema penitenciário.

Para Rodolfo, o uso de celulares por detentos representa um problema de segurança pública, já que os equipamentos podem ser utilizados para manter contato com pessoas fora das penitenciárias.

“Presídio não pode funcionar como escritório do crime. Se celular é proibido dentro da cadeia, não faz sentido oferecer tomada dentro da cela para que criminosos mantenham aparelhos clandestinos carregados e em funcionamento”, afirmou o deputado.

A proposta pretende criar uma barreira física ao funcionamento dos equipamentos, além das revistas e dos controles já adotados nas unidades prisionais.

Rodolfo Nogueira defende que o controle das comunicações dentro dos presídios seja parte das estratégias de enfrentamento às organizações criminosas.

O deputado também afirma que o poder público precisa impedir que presos utilizem a estrutura das penitenciárias para manter contato com pessoas do lado de fora.

“Enquanto o cidadão está do lado de fora trabalhando e pagando impostos, não podemos aceitar criminosos utilizando a estrutura do próprio Estado para continuar se comunicando clandestinamente de dentro da cadeia. Prisão precisa cumprir sua função e ter disciplina”, declarou.

O parlamentar defende ainda o fortalecimento das forças policiais e o endurecimento da legislação contra integrantes de organizações criminosas.

“O Estado precisa fechar todas as brechas utilizadas pelo crime. Quem está preso não pode continuar tendo estrutura para manter atividades criminosas do lado de fora. Segurança pública exige autoridade, controle e cumprimento da lei”, concluiu.

 

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