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Política

Senadoras de MS assinam a favor da CPI do MEC após prisão de ex-ministro Milton Ribeiro

O ex-ministro Milton Ribeiro já foi liberado da cadeia pela Justiça Federal, mas parlamentares assinam pedido de investigação

23 junho 2022 - 13h00Por Rayani Santa Cruz

A favor da "CPI do MEC", as senadoras Soraya Thronicke (União) e Simone Tebet (MDB) assinaram o requerimento para criar a Comissão Parlamentar de Inquérito no Senado e investigar indícios de corrupção no Ministério da Educação. O movimento de apuração se fortaleceu após a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro pela operação da Polícia Federal, que investiga esquema ilegal de liberação de verbas públicas em troca de propina.

Milton Ribeiro que é protagonista de escândalos envolvendo pedidos de pagamentos de propinas e pastores da igreja evangélica foi alvo da operação 'Acesso Pago', ontem (22), e quase 24h depois da prisão teve o pedido de liberdade concedida pela Justiça Federal na manhã de hoje (23).

Quem assinou?

De MS, apenas o senador Nelsinho Trad (PSD) ainda não assinou o pedido de requerimento. São necessários 27 parlamentares de acordo com a abertura da CPI para que o Congresso passe a investigar as denúncias.

A senadora Soraya Thronicke se manifestou no Twitter e disse que diante da prisão do ex-ministro tomou a decisão. 

"Diante dos novos fatos assinei a CPI do MEC. Algumas reações posteriores (contrárias) nos bastidores sinalizam que fiz a coisa certa, e os fortes indícios apontam para possível caso de corrupção. Covardia não faz parte do meu vocabulário."

A senadora Simone Tebet que é pré-candidata à presidência da República já havia assinado o documento há algumas semanas, antes mesmo da detenção do ex-ministro. Simone se manifestou no Twitter sobre a prisão de Milton Ribeiro.

"A prisão preventiva do ex-ministro e de lobistas por suspeita de corrupção revela todo desmando que virou a Educação neste governo. O que deveria ser prioridade nacional e política de Estado, virou manchete policial."


 

O que diz Nelsinho Trad?

Pedido de posicionamento e os motivos de não ter assinado a CPI foram encaminhados ao senador Nelsinho Trad via assessoria. Não houve resposta até o fechamento do texto. 

O espaço está aberto.