SEGOV - DA PRA CHEGAR LA - COMUNIART 1

sexta, 13 de março de 2026

Busca

sexta, 13 de março de 2026

Link WhatsApp

Entre em nosso grupo

2

WhatsApp Top Mídia News
Política

há 1 mês

Assistentes de educação infantil dão prazo para prefeitura e convocam nova assembleia (vídeo)

A presidente do sindicato Natali Pereira destaca que greve não está descartada, mas o jurídico da categoria orientou sobre as regras

Uma educadora da rede municipal de Campo Grande e presidente do sindicato das assistentes divulgou um vídeo para orientar colegas sobre os próximos passos do movimento organizado pela categoria, após debates sobre uma possível paralisação. Na gravação, Natali Pereira de Oliveira reforça que qualquer greve precisa seguir os trâmites legais para evitar prejuízos às trabalhadoras, incluindo risco de demissão por justa causa.

Segundo Natali, representantes da categoria buscaram orientação jurídica com advogados do sindicato para garantir que o movimento ocorra dentro da legalidade. Ela explica que a paralisação é um direito, mas precisa respeitar o estatuto sindical e a Lei de Greve, especialmente por se tratar de um serviço considerado essencial.

“Segunda-feira vai ser publicado no diário oficial uma assembleia para o dia 19, onde o tema vai ser debatido. Esperamos já estar com uma proposta da prefeitura para conversamos a respeito. Depois disso, se ninguém concordar, solicitamos a greve. Eles precisam ser avisados com 72h de antecedência para ter tempo de dar uma resposta, caso isso não ocorra, entramos de greve”, afirmou.

Por conta disso, a orientação é que as profissionais mantenham as atividades normalmente nos próximos dias.  A educadora também afirmou que o Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande está oferecendo suporte jurídico às trabalhadoras que relataram situações de coação ou abuso no ambiente de trabalho. Segundo ela, os casos poderão ser encaminhados diretamente ao departamento jurídico da entidade.

Durante o vídeo, Natali elogiou a mobilização das colegas e classificou o momento como histórico para a categoria. Ela destacou a participação de educadoras em atos recentes, inclusive sob chuva, e defendeu a continuidade da organização coletiva por melhores condições de trabalho.

O posicionamento ocorre dias após a própria Natali ter sido demitida da rede municipal enquanto participava de uma manifestação na Câmara Municipal, realizada na terça-feira (3). Segundo o relato, a informação sobre o desligamento teria sido repassada por meio da direção da unidade onde ela trabalhava, após contato da superintendência da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A reportagem tentou contato com a Semed para esclarecer os motivos da demissão e confirmar as circunstâncias do desligamento, mas não houve retorno até a publicação desta matéria.

Natali reforça que o objetivo do movimento é garantir segurança jurídica às profissionais e organizar futuras ações, que podem incluir manifestações fora do horário de trabalho, enquanto a categoria aguarda a assembleia e eventual deliberação sobre a greve.

A categoria tem como principais reivindicações o reajuste salarial de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil. A categoria também pede vale-alimentação, respeito ao limite de crianças por sala, direito a atestado de acompanhante, acesso a plano de saúde e a correção da nomenclatura do cargo.

 

Siga o TopMídiaNews no , e e fique por dentro do que acontece em Mato Grosso do Sul.
Loading

Carregando Comentários...

Veja também

Ver Mais notícias