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Política

há 1 mês

Sindicato pede união de motoristas por greve total e retorno só após 'três pagamentos'

Entidade deseja que 100% da frota permaneça nas garagens

Sindicato dos Trabalhadores do Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande – o STTCU-GC - sugere que os motoristas de ônibus só voltem ao trabalho após receberem três pagamentos juntos. A direção da entidade deseja que 100% da frota fique parada, apesar da Justiça do Trabalho determinar 70% dos veículos nas ruas. 

O tesoureiro da entidade, Willian Alves da Silva, conversou com alguns profissionais e disse que o posicionamento do STTCU-CG continua o mesmo: tudo parado até que as empresas paguem os salários de novembro, a segunda parcela do 13º salário e o vale-alimentação, pago todo dia 20.

''Determinação do juiz é pra ser cumpridas, mas a ideia nossa é não cumprir igual foi falado. É manter a greve até que se pague'', comentou o dirigente. William sugeriu que, para enfrentar a determinação de retorno de 70% da operação, seria necessário o aval e união dos motoristas. 

Em outro trecho da fala, o tesoureiro esclarece que a multa estipulada pela Justiça do Trabalho em caso de descumprimento de decisões é aplicada ao sindicato e não aos trabalhadores. 

''Hoje [segunda-feira] já tem multa... amanhã também tem multa e outro dia também'', detalhou o tesoureiro. 
Ao menos nesta segunda-feira, a programação do sindicato é permanecer nas garagens, reforçando a ideia que não é para ninguém trabalhar.  

Greve 

Os motoristas do transporte coletivo de Campo Grande entraram em greve e os ônibus não estão circulando nesta segunda-feira (15). A paralisação ocorre após o Consórcio Guaicurus informar ao sindicato que não tem condições financeiras para o pagamento. O motivo é falta de repasses por parte da Prefeitura de Campo Grande.

De acordo com o presidente do sindicato, Demétrio Freitas, a decisão foi praticamente unânime entre os trabalhadores.

Segundo o sindicato, o salário de dezembro está atrasado, o vale do dia 20 de novembro não foi pago e a categoria também não conseguiu usufruir da primeira parcela do 13º salário, que deveria ter sido depositada dentro do prazo legal. Além disso, a segunda parcela do décimo terceiro tem vencimento até o dia 20 de dezembro, o que agrava ainda mais a situação financeira dos trabalhadores.
 

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