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Síndico de residencial rebate acusações de negligência e diz que moradores precisam seguir regras

A reclamação de alguns moradores em relação a administração causou o desconforto

10 novembro 2019 - 15h15Por Rayani Santa Cruz

Após a publicação de reportagem com reclamações e denúncias relacionadas a um grupo de moradores do residencial Castelo Di Napoli, em Campo Grande, o síndico do condomínio enviou imagens e disse que as acusações sobre falta de gestão e negligência são mentirosas.

Deoclécio Diogo de Araújo Júnior, afirmou que problemas ocorrem no local devido a alguns moradores que não querem seguir as regras e regimento elaborado ainda na primeira fase de entrega dos apartamentos.

Ele justificou as denúncias e disse que a piscina é limpa duas vezes por semana. Em relação falta de lixeiras nos blocos, Deoclécio citou que no momento os recursos financeiros estão escassos pela falta de quitação da taxa de condomínio.

“Existe 40% de inadimplência e isso dificulta a administração; se eu colocar mais lixeira vou ter que contratar mais funcionários para limpeza. Eu não estou fazendo outras coisas porque não tem verba. Estão querendo prejudicar minha imagem e eu irei tomar providências, acionando a Justiça”.

Para o síndico, os problemas ocorrem também pela falta de comparecimento de alguns em reuniões e assembleias. “A gente chama e um monte de gente fala que não pode ir. Depois as coisas são decididas e vem as reclamações”.

Ele fica na gestão do condomínio até dezembro de 2020 e salientou que está à disposição dos residentes do local para conversas e tratativas.

“Está registrado em cartório, não é para entrar entregador [entrar]. Lixo, cada um comprou seu apartamento sabendo que é lá na frente as lixeiras, e ônibus não faz parte da minha gestão, é a Agetran que decide. Está provada a mentira, quem decide é os moradores que estão em dia com condomínio, assim manda a lei”, concluiu o síndico.

Abaixo documentos que comprovam chamamento para reunião e decisões tomadas após o comparecimento de 50% dos moradores. Entre as demandas estava sobre a entrada de entregadores.