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Saúde

10/04/2024 11:00

Após pé de bebê necrosar, associação alerta para falta de profissionais qualificados

Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Técnicos em Imobilizações Ortopédicas, hospitais insistem em colocar profissionais da enfermagem para atuar no serviço; caso aconteceu em Nova Alvorada do Sul

A repercussão nacional do caso da bebê de 1 anos e 11 meses que teve o calcanhar necrosado depois de engessar o pé, em Nova Alvorada do Sul, trouxe alerta sobre a distribuição de especialidades médicas no País. Presidente da Associação Brasileira dos Técnicos em Imobilizações Ortopédicas, Celso Cursino, falou sobre a importância da atuação dos profissionais da área atuarem em hospitais.

O caso veio à tona após a bebê sofrer lesões graves no calcanhar devido a um procedimento ortopédico mal-executado. A família levantou questionamentos sobre a qualificação dos profissionais de saúde que atuam na região e alegaram negligência.

Assim que soube do caso, Celso Cursino lamentou a falta de profissionais habilitados para realizar procedimentos ortopédicos em hospitais e unidades de saúde, não só em Mato Grosso do Sul, mas em outros estados.

Cursino ressaltou a importância de contar com técnicos especializados nesse tipo de intervenção, enfatizando que esses profissionais são fundamentais para garantir a segurança e a qualidade dos cuidados prestados aos pacientes.

"Infelizmente, em nosso país, vários hospitais insistem em colocar profissionais de enfermagem sem o devido conhecimento e habilidade para realizar imobilizações ortopédicas", lamentou Cursino.

Ele destacou que, embora não exista uma lei que obrigue os hospitais a terem técnicos de imobilização ortopédica em seus quadros, diversos municípios, inclusive Campo Grande, já realizaram concursos públicos para essa atividade.

O presidente da associação ainda pontuou que a falta desses profissionais qualificados pode resultar em sérias consequências para os pacientes, como no caso da bebê de Nova Alvorada do Sul. "O que provocou essa lesão nessa criança foi justamente a ausência desse profissional qualificado no hospital. Na região como um todo, a situação é preocupante", alertou Cursino.

O presidente da associação ainda destaca que é essencial que as autoridades de saúde e os gestores hospitalares atuem para assegurar que apenas profissionais devidamente capacitados realizem procedimentos ortopédicos, evitando que novas tragédias como essa ocorram.

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