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Saúde

Projeto visa reduzir o número de infecções sexualmente trasmissíveis

27 agosto 2015 - 16h42Por Redação

Em cinco anos, espera-se promover o acesso das populações-chave aos serviços de prevenção, diagnóstico, tratamento e atenção das IST.

Segundo dados epidemiológicos do HIV e da aids no Brasil, 734 mil pessoas viviam com HIV em todo o território nacional em 2014.

Para que haja a redução desse número, o Brasil, junto com os outros países integrantes do BRICS (bloco composto por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) se comprometeu a atingir até 2020 a meta 90-90-90, estabelecida pela ONU.

O objetivo é ter 90% das pessoas com HIV diagnosticadas, dessas, 90% seguindo o tratamento, e dentre as pessoas tratadas, 90% com carga viral indetectável. A meta mundial prevê novas infecções limitadas a 500 mil ao ano e zero discriminação.

Para colocar em prática essa iniciativa e atingir a meta nos próximos cinco anos, o PNUD, em parceria com o Ministério da Saúde e a Agência Brasileira de Cooperação, do Ministério das Relações Exteriores, está desenvolvendo o projeto de promoção do acesso aos serviços de prevenção, diagnóstico e tratamento às Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), HIV/aids e hepatites virais para populações-chave e demais populações prioritárias.

Para isso, o projeto trabalhará na qualificação dos gestores de saúde, por meio de fomento às ações interfederativas, de tecnologias da informação e do sistema logístico de insumos estratégicos e de diagnóstico.

O resultado esperado é que instituições governamentais, nacionais, subnacionais e da sociedade civil tenham capacidades aprimoradas para formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas setoriais e intersetoriais universais, e políticas focadas nas populações mais vulneráveis.