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terça, 25 de janeiro de 2022 Campo Grande/MS
Saúde

Saúde reforça conscientização sobre cuidados no dia Nacional de Combate à Tuberculose

17 novembro 2015 - 17h56Por Da assessoria

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Mato Grosso do Sul reforça os trabalhos de conscientização e cuidados contra a tuberculose em seus 79 municípios. Esta é a meta da SES alusiva ao Dia Nacional de Combate à Tuberculose, comemorado hoje (17). Através do Programa Estadual de Controle da Tuberculose da SES as ações têm como objetivo fortalecer as ações de vigilância e a promoção da saúde. Entre as atividades desenvolvidas estão: Gerenciamento e execução de medidas de controle da doença, monitorar indicadores de saúde, capacitações, fortalecer as ações e apoiar programas municipais, além da supervisão e orientação junto aos municípios.

De acordo com o Programa Estadual de Controle a Tuberculose, em 2014 foram registrados 382 casos e 10 óbitos pela doença em Mato Grosso do Sul. A falta de informação é um dos focos das ações da SES, alertando sobre os principais sintomas da doença para que o seu diagnóstico seja realizado o mais rápido possível. Entre os principais sintomas estão: Tosse e/ou catarro que persistam por mais de três semanas, falta de apetite e/ou emagrecimento, febre, cansaço, dores no peito e falta de ar.

Para prevenir as formas mais agressivas da doença é necessário imunizar as crianças, no primeiro ano de vida, ou no máximo até quatro anos, com a vacina BCG. O risco de transmissão é maior entre pessoas que vivem em ambientes fechados, mal ventilados e sem iluminação solar. A tuberculose não se transmite por objetos compartilhados.


Sobre a doença – A tuberculose é causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas também pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro). Na maioria das pessoas infectadas, os sinais e sintomas mais frequentemente são tosse seca contínua, no início da doença, depois tosse com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza e prostração.

A transmissão é direta, de pessoa a pessoa, por meio de pequenas gotas de saliva expelidas ao falar, espirrar ou tossir. Somente 5% a 10% dos infectados pelo bacilo de Koch adquirem a doença. O tratamento deve ser feito por um período mínimo de seis meses, sem interrupção, diariamente. No esquema básico, são utilizados quatro fármacos: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Os pacientes que seguem o tratamento corretamente são curados.