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há 2 semanas

Documentário sobre trajetória do repórter fotográfico Roberto Higa estreia nesta quinta

Filme apresenta registros históricos e transformações urbanas da capital por meio de acervo produzido ao longo de décadas

A estreia do documentário "A Campo Grande de Roberto Higa" será realizada nesta quinta-feira (26), às 19h, no Teatro do Mundo, localizado na Rua Barão de Melgaço, 177, na Capital.

A produção possui 30 minutos de duração e tem direção de Israel Miranda e Marineti Pinheiro. O filme aborda a relação do fotógrafo com a cidade, desde a chegada de seus pais, imigrantes japoneses, até sua atuação no registro de transformações sociais e culturais. No início da trajetória profissional de Higa, a capital possuía cerca de 100 mil habitantes.

O repórter fotográfico documentou o crescimento urbano e a consolidação de Campo Grande. O trabalho abrange registros de autoridades, como governadores e prefeitos, e também de comunidades periféricas, pessoas em situação de vulnerabilidade, aldeias indígenas e trabalhadores.

A diretora Marineti Pinheiro afirma que Higa é "a pessoa mais importante da história memorial de Mato Grosso do Sul, o mais rico memorialista visual que temos". Segundo a diretora, "Seu trabalho transitou entre autoridades, personalidades e eventos de grande visibilidade, com fotografias publicadas inclusive em revistas nacionais, e também entre os invisibilizados: comunidades periféricas, pessoas em situação de vulnerabilidade, aldeias indígenas e trabalhadores anônimos que construíram a cidade, e assim o maior acervo existente no estado".

As gravações foram realizadas em locais como o Bar do Zé, a Praça Ari Coelho, a residência do fotógrafo e seu museu particular. O cronograma da obra sofreu alterações em função do diagnóstico de câncer na garganta e do tratamento de quimioterapia enfrentado pelo profissional. Uma sessão antecipada foi realizada para o fotógrafo e sua família.

O projeto foi viabilizado com recursos da LPG (Lei Paulo Gustavo), por meio da SECTUR (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo) e da Prefeitura de Campo Grande. Conforme os diretores, "Mais do que um filme biográfico, a obra é um tributo a quem dedicou a existência a olhar Campo Grande com profundidade humana, e a devolvê-la à sociedade em forma de memória permanente".

A entrada para a exibição do documentário é gratuita.

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