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Campo Grande

16/08/2018 17:10

Em audiência, amigo de assassino de Mayara diz ter comprado carro da vítima sem saber do crime

Anderson Sanches alegou que adquiriu o veículo mais barato por estar com documentação vencida

O pedreiro Anderson Sanches declarou, durante o julgamento de Luis Alberto Bastos Barbosa, acusado pela morte da musicista Mayara Amaral, que não sabia que o veículo Gol vendido a ele era da vítima, morta a marteladas em um motel de Campo Grande, em 2017. Na audiência de instrução que acontece nesta quinta-feira (16), no Fórum de Campo Grande, ele alega que só comprou o carro por achar que era um veículo 'bob', ou seja, com documentação vencida e, por isso, mais barato.

Em seu depoimento, Sanches declarou que Luis lhe pediu mil reais e um celular em troca do veículo. No momento da venda, conforme o processo, Mayara Amaral já estava morta e abandonada em uma plantação de uma fazenda na saída para Rochedo, em Campo Grande.

Carro de Mayara foi comprado por Anderson Sanches

Audiência de instrução de Luis (costas) acontece no Fórum de Campo Grande. (Foto: Wesley Ortiz)

Sanches teria pego o Gol, modelo antigo, na terça-feira, por volta das 22 horas. Disse que no mesmo dia lavou o carro, junto do amigo Ronaldo, conhecido como 'Cachorrão'. Ele alegou que lavou o carro 'por lavar' e admitiu que havia 'manchinhas' de sangue no porta-malas do veículo, mas não desconfiou de nada. Sanches e Ronaldo chegaram a ser presos por envolvimento no assassinato, mas tiveram a participação direta no crime descartada.

Carro de Mayara foi comprado por Anderson Sanches

Mayara foi morta a mateladas por Luis Alberto. (Foto: Reprodução Facebook)

O crime

A musicista Mayara Amaral foi morta a marteladas no dia 25 de julho, em um motel de Campo Grande. O réu, Luis Alberto Bastos Barbosa, que mantinha um relacionamento amoroso com ela, roubou os bens de Mayara e fugiu. Após o crime ele vendeu os bens para Anderson Sanches, que é julgado por receptação de veículo roubado.  

A defesa de Luis, que está preso, alega que o crime foi cometido em um momento de 'surto' e que ele sofre de insanidade mental. Familiares e amigos da vítima acompanham o julgamento e pedem pena máxima ao réu.

 

 

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