Criado em 2005 em Campo Grande, o Parque Ecológico do Sóter é procurado por moradores para atividades físicas e contato com a natureza. No entanto, as condições estruturais do espaço não são consideradas ideais e têm gerado reclamações de quem utiliza a área.
A dona de casa Michelle Vanin, de 49 anos, costuma frequentar o local com o filho e avalia que o parque precisa de intervenções constantes. "Eu acredito que nós deveríamos cobrar um pouco mais para que houvesse a manutenção com mais frequência, para que as pessoas pudessem usufruir do Sóter de uma forma melhor", afirma.
Para a moradora, a preservação da área pública vai além da estética e impacta diretamente o bem-estar da população que busca o local para descanso e lazer. "Hoje em dia a saúde mental das pessoas está péssima. Investir em um local que possa trazer distração, brincadeira e o conviver em família vai ser maravilhoso", destaca.
A reportagem pediu o cronograma de manutenções do parque para a prefeitura de Campo Grande e aguarda retorno.








