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Campo Grande

Mayara Holsback: julgamento de feminicído é adiado a pedido de defesa em Campo Grande

Audiências já haviam sido adiadas outras duas vezes por ausência de testemunha

19 setembro 2018 - 18h41Por Thiago de Souza

O julgamento do feminicídio de Mayara Fontoura Holsback, que começaria nesta quinta-feira (20), foi adiado para o dia 1 de novembro, a pedido da defesa do acusado, Roberson da Silva. O caso, que chocou Campo Grande, será julgado na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.

O pedido da defesa não foi detalhado. O julgamento já havia sido adiado duas vezes em razão da falta de uma das testemunhas. Conforme a Justiça, Flávia Cordeiro da Silva é detenta e no dia 1 de agosto conseguiu livramento condicional, mas não cumpriu as determinações da justiça.

A testemunha, ainda conforme a Justiça,  não deveria se ausentar da cidade sem autorização prévia, assim como não mudar de endereço e se recolher à residência até as 20 h. Como as determinações não foram cumpridas, o juízo pediu para informar a Vara de Execuções Penais para tomar as providências que for necessário.

Robinho confessou ter matado a ex-namorada. (Foto: Wesley Ortiz)

O crime

Mayara Fontoura Holsback foi morta a facadas, em cima da cama dela, no dia 15 de setembro de 2017, em uma casa no bairro Universitário. O acusado é Roberson Batista da Silva, 34 anos, que confessou o crime. Mesmo separados, ele dormiu na residência e cometeu o crime de madrugada.

Robinho, como é conhecido, é acusado de ter tentado matar outra ex-mulher a tiros e acumula 11 registros de violência doméstica.