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segunda, 04 de julho de 2022 Campo Grande/MS
Campo Grande

Profissionais denunciam falta de máscaras no Hospital Universitário; HU nega denúncia

Máscaras comuns, com vida útil de duas horas, são usadas por doze horas; denúncia aponta falta de outros equipamentos

31 março 2020 - 11h06Por Dany Nascimento

Com medo de serem infectados pelo Coronavírus, profissionais da saúde que atuam no Hospital Universitário denunciam falta de EPIs (Equipamentos de Proteção Ondividual).

De acordo com o SISTA-MS (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Fundação UFMS e IFMS), os funcionários registraram imagens de enfermeiros e até mesmo trabalhadores da limpeza atuando sem proteção.

Segundo a denúncia, falta óculos de proteção, máscara de proteção, capote cirúrgico (aventais), entre outros. As máscaras comuns distribuídas para alguns, que devem ser trocadas a cada duas horas, estão sendo usadas durante plantões que duram doze horas.

Os trabalhadores alegam que não receberam a máscara N 95, que seria ideal para evitar a contaminação do Coronavírus.  

Hospital Universitário

O TopMídiaNews entrou em contato com o hospital, que nega a falta de equipamentos de proteção individual. “Vimos uma postagem do Sista em redes sociais sobre o assunto. O Humap dispõe sim de máscaras para todos os funcionários. Infelizmente nem todos seguem as recomendações e orientações dadas pela direção do hospital e não temos condições de fiscalizar todos os colaboradores o tempo todo. Eventualmente algum colaborador pode ter retirado o EPI quando foi visto por algum membro do Sista”.

O hospital destaca, ainda, que tem estoque para todos os colaboradores. “Além de termos máscaras em estoque para todos os colaboradores desde antes do início da pandemia, recebemos doações de máscaras do Sista e também de pessoas físicas. Também fizemos o empenho no valor de R$ 3,8 milhões, para compras de mais EPIs e fármacos para termos estoque por pelo menos 6 meses. Ou seja, reiteramos, há sim máscaras para todos os colaboradores do Humap. Frisamos ainda que o fornecimento de EPIs para os colaboradores terceirizados é de responsabilidade das empresas terceirizadas (neste caso, Liderança Limpeza e Conservação Ltda). E as empresas terceirizadas todas fornecem EPIs pois caso contrário podem ter rescindido o contrato licitatório”.

O HU “lamenta que o Sista queira, neste momento, fazer política com denúncias infundadas”.

Foto enviada pelo Hospital Universitário