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Campo Grande

há 55 minutos

Sem conseguir trabalhar, mãe pede ajuda para diagnóstico do filho com suspeita de autismo

Mãe solo afirma que crises do filho dificultam rotina de trabalho em Campo Grande e diagnóstico vai ajudar no desenvolvimento na escola

Sem conseguir manter uma rotina de trabalho por causa das crises do filho de 8 anos, a diarista Vanessa Félix da Silva, de 34 anos, pede ajuda para conseguir dar continuidade à investigação e ao acompanhamento médico da criança, em Campo Grande. Moradora do Jardim Veraneio, ela cria sozinha dois filhos e precisa interromper diárias sempre que é chamada pela escola por causa do comportamento do filho.

Segundo Vanessa, os sinais ficaram mais evidentes depois que o filho passou a frequentar a escola. A mãe já desconfiava que o menino pudesse estar no espectro autista, mas foi com o aumento dos episódios de irritação e agressividade que foi orientada a buscar atendimento especializado.

“Eu não tinha certeza, eu desconfiava. Aí começou o nervosismo, a agressividade, de ele machucar outras pessoas e não ter controle”, relata.

Diante do comportamento, a escola orientou a mãe a buscar acompanhamento psiquiátrico e ajudar a criança. Vanessa levou o filho ao CAPS, onde, ele passou por três consultas ao longo dos últimos quatro meses.

Na consulta mais recente, a psiquiatra solicitou uma avaliação neuropsicológica para aprofundar a investigação, ajudar na definição do diagnóstico e compreender melhor as dificuldades apresentadas pela criança.

Vaquinha solidária e compra de medicamentos

Vanessa já deixou de fazer algumas diárias e precisou deixar outras às pressas para atender o filho. Atualmente o menino está suspenso da escola por agredir um colega de sala, dificultando ainda mais a conclusão de algumas diárias da mãe.

“Eu não posso sair para trabalhar todos os dias por causa dele. A escola liga e eu tenho que estar lá. Ele precisa de atenção toda hora. É só eu, ele e meu filho de 13 anos, a geladeira está vazia, os remédios dele acabou e eu ainda tenho aluguel e água e luz que estão para cortar”, desabafa.

Diante da situação da família e do filho, Vanessa tenta mobilizar ajuda para conseguir realizar a avaliação, caso não seja possível ter acesso ao procedimento pela rede pública.

Nos levantamentos feitos pela mãe, os custos da avaliação neuropsicológicas chega a R$ 2 mil na rede particular. 

Quem puder ajudar também pode contribuir com cestas básicas ou com os medicamentos sertralina e risperidona. Doações podem ser feitas na chave Pix: 04818955159 em nome de Vanessa.

O TopMídiaNews procurou a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) para saber se a avaliação neuropsicológica solicitada pode ser realizada pelo SUS, e como a família pode proceder neste caso e aguarda retorno.

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