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sábado, 24 de julho de 2021
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Cidade Morena

Internado no HRMS, Jorge precisa de remédio que está em falta no país para vencer bactéria

Ele precisa de 44 ampolas do medicamento Polimixina B, único que quebra a resistência da bactéria no pulmão; filha corre atrás de medicamento com pessoas que tem à disposição

22 junho 2021 - 18h30Por Vinicius Costa

Internado no Hospital Regional, em Campo Grande, o paciente Jorge Alberto dos Santos Pereira, de 51 anos, agora necessita de uma ajuda extra da população para receber um medicamento que está em falta em todo país: a Polimixina B, o único remédio que consegue combater a bactéria no pulmão que deixada como sequela da covid-19.

A filha Andreia Padilha dos Santos Pereira, 26 anos, contou que o pai sofre uma pequena piora no quadro de saúde e os antibióticos receitados estão sofrendo uma espécie de resistência da bactéria, contudo a Polimixina é única que poderá ajudar a combater a infecção.

No entanto, um baque inicial foi tomado por conta da notícia de que o medicamento estava em falta em quase todo o país, exceto em algumas fornecedoras que estocaram o antibiótico. A única que Andreia conseguiu chegaria em até três dias, mas ela afirmou que "não dá para esperar".

Por isso, decidiu vasculhar quem teria para doar ou negociar a venda do medicamento, que passou a ser raridade no país. Primeiramente ela conseguiu quatro ampolas que foram negociadas por uma colega e pagou cerca de R$ 200 por cada uma delas.

Andreia explica que o seu pai precisaria tomar duas ampolas dessas por dia, ou seja, uma a cada 12 horas pelos próximos 10 dias para conseguir melhorar seu quadro de saúde e dar fim a bactéria que foi deixada pela covid-19.

Segundo detalhes passados, Jorge precisaria tomar no mínimo 44 ampolas e o relógio virou um inimigo da família de Andreia. Ela lembra que o medicamento está em falta em todos os lugares e que não há uma caixa sequer "em hospital, em lugar nenhum", disse.

Essa corrida contra o tempo baseou-se em uma vertente: se o pai dela melhorasse, não precisaria, mas como houve uma piora, a saída foi recorrer ao medicamento.

Quem estiver disponível e puder doar ou negociar com Andreia o medicamento, o telefone para contato é o (67) 99341-4033.

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