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Economia

BB e Correios querem criar uma nova instituição financeira

Economia

25 novembro 2013 - 15h09Por Valor Econômico

A parceria entre o Banco do Brasil e os Correios tem por objetivo a criação de uma nova instituição financeira, que “permitirá ampliar o portfólio de produtos e serviços oferecidos aos clientes do Banco Postal, além de gerar mais sinergia e eficiência à operação”. A explicação foi divulgada pela assessoria de imprensa do BB após fato relevante, que anunciou a negociação nesta segunda-feira.

“A implantação do novo modelo permitirá ao Banco Postal ampliar seu portfólio e estabelecer parcerias para que seus clientes acessem novos produtos e serviços, tais como outras linhas de crédito, seguros, capitalização, cartões pré-pagos, consórcios, crédito rural, entre outros”, informou a assessoria do banco estatal.

Os estudos entre BB e Correios para criar um novo modelo de parceria no Banco Postal colocará fim à concorrência entre os bancos para explorar as agências dos Correios, informou Cléucio Nunes, vice-presidente dos Correios.

Segundo o executivo, um modelo societário é mais atrativo, já que permite a perenidade no negócio. Cada acionista deve ter 50% da nova empresa. Pelo desenho atual do Banco Postal, a cada cinco anos os Correios fazem uma concorrência entre os bancos baseada no maior valor oferecido para explorar sua rede.

“Não temos dúvida de que a parceria é muito mais vantajosa do que o processo seletivo”, diz Nunes.

Um dos pontos que levaram Banco do Brasil e Correios a discutirem o novo modelo se deve à baixa retenção da clientela dentro do Banco Postal. O Banco do Brasil assumiu as agências dos Correios em 2012, depois de o Bradesco ter mantido esse contrato por dez anos.

Desde então, o Banco do Brasil conseguiu 2,2 milhões de clientes via Banco Postal, mas a retenção de clientes que era do Bradesco foi baixa. “É um modelo frágil. O banco anterior reteve seus clientes”, diz Alexandre Abreu, vice-presidente do Banco do Brasil.

Mesmo assim, o Banco do Brasil afirma que em cinco anos o investimento feito no Banco Postal se pagaria, mesmo sem a inclusão de novos produtos dentro da sociedade que está sendo discutida. “Está dando certo, por isso discutimos a ampliação do negócio”, afirma Abreu. 

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