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Economia

Com a pandemia, consumidor aumenta uso de delivery em Campo Grande

Comerciantes também falam em manter modalidade mesmo com o fim de medidas restritivas

02 abril 2021 - 10h07Por Diana Christie

Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento Fecomércio MS, em parceria com outras Instituições e organizações do Setor Produtivo, mostra que o sistema delivery cresceu bastante em Campo Grande, em março.

O estudo foi realizado de 22 a 31 de março, com objetivo de verificar a percepção dos consumidores e dos empresários, durante as semanas de maiores restrições que levaram a suspensão do atendimento presencial do comércio, entre 29 de março e 4 de abril.

Neste período, o nível de medo de grau 5 (muito medo) do coronavírus e de seus efeitos sobre a economia, aumentou mais de 30 pontos percentuais, alcançando 59% dos campo-grandenses, o maior percentual registrado durante a pandemia.

Ainda assim, mais de 65% da população acredita que o ano de 2021 poderá ser melhor que o anterior, com maior nível de confiança entre aqueles que possuem entre 51 e 60 anos.

Vale destacar que, no período de antecipação dos feriados houve 2% de demitidos, 36% das pessoas não trabalharam, 6% trabalharam em horário reduzido, 34% ficaram em home office e 25% trabalharam presencialmente.

Delivery

Somente 9% disseram ter comprado produtos de Páscoa e 24% fizeram compras de refeições prontas no sistema delivery, além de 49% que informaram ter comprado alimentos e produtos de limpeza.

No geral, a aderência ao sistema de delivery foi de 31% da população e, conforme a pesquisa, estavam preparados para atender nesta modalidade, 77% dos bares e restaurantes, 53% das lojas de calçados e vestuário e 20% do comércio de decoração e presentes. Informaram que pretendem manter essa estratégia de vendas mesmo no pós-pandemia, 57% dos empresários entrevistados.

Quando consultados, os empresários, 84% apontaram como principal dificuldade o pagamento da folha salarial, 40% mencionaram o capital de giro e 40% os impostos. Também houve 18% que disseram estar confusos quanto ao entendimento de decretos sucessivos.

Apoio – A pesquisa foi desenvolvida pelo IPF em parceria com o SEBRAE, SENAC, SESC,  Sindivarejo Campo Grande, CDL, FCL, ACICG, AMAS, SINDSUPER, ABRASEL, equipe e apoio do Vereador Dr. Sandro Benites. Contando com a abordagem de 366 consumidores e 77 empresários ou gerentes responsáveis.