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segunda, 28 de setembro de 2020
Geral

PMs salvam bebê que caiu em balde e quase se afogou

Equipe viu a mãe da menina e uma vizinha correndo na rua com a criança no colo. Policial a pegou e fez os primeiros socorros

18 março 2019 - 07h46Por Da redação/G1

Policiais militares conseguiram salvar, neste domingo (17), uma menina de 9 meses de vida que quase se afogou após cair dentro de um balde no salão da mãe, em Goiânia. A equipe estava em patrulhamento quando viu duas mulheres correndo na rua com a bebê no colo.

“Elas disseram que a bebê tinha se afogado. Peguei a criança da mão delas, ela já estava desfalecida. A gente estava a 300 metros de um hospital. Fui correndo e fazendo massagem.

Ela vomitou líquido três vezes e percebi que tinha voltado a respiração”, disse o sargento Cleydson Luiz dos Santos. Assim que entraram no hospital, os policiais entregaram Maria Rita Dias da Costa à equipe médica. A menina ficou internada, em observação, até as 17h, mas já deixou o hospital e passa bem.

Balde com água

O resgate aconteceu por volta das 10h30, no Setor Central. Uma das pessoas que corria com Maria Rita no colo era a mãe dela, a comerciante Nilvanete Dias da Costa. A mulher contou que tinha colocado um pouco de água no balde para limpar o salão e o deixou no chão para atender a uma cliente. “A neném engatinhou e caiu dentro do balde. Ela ficou com as perninhas para fora. Quando o pai dela viu, ele correu e levantou ela”, conta a mãe. De acordo com Nilvanete, ela passou mal quando o marido a chamou e entregou a filha.

"Eu sei fazer primeiros socorros, mas desmaiei. Logo acordei e vi que ninguém estava dando conta de socorrer. Peguei ela no colo e saí correndo para o hospital", relata. Nilvanete mora a cerca de 500 metros do hospital e foi para a unidade de saúde junto com uma vizinha. No meio do caminho, se depararam com os policiais. Emocionada, ela agradeceu por terem "ressuscitado" Maria Rita.

"Eu estava angustiada, desesperada, quero agradecer a cada um deles pelo amor, apoio que tiveram comigo. Na hora a gente só pensa que morreu e é muito angustiante, chegaram numa hora muito difícil", diz Nilvanete. De acordo com o sargento que prestou os primeiros socorros, ele nunca tinha passado por uma situação semelhante. "Sentimento de dever cumprido, pois consegui prestar um bom socorro, e de felicidade. A todo momento fiquei pensando na minha filha", conta Santos.