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In Memoriam

Em dia 'cinza', Juvêncio é enterrado e amigos e familiares prestam últimas homenagens

Descrito como homem de exímio caráter, Juvêncio deixa legado, segundo amigos

14 dezembro 2019 - 18h10Por Nathalia Pelzl

Juvêncio César da Fonseca, de 84 anos, foi sepultado na tarde deste sábado (14), no Cemitério Parque das Primaveras, em Campo Grande. O dia cinza e chuvoso fez jus ao sentimento de tristeza e beleza do legado deixado pelo ex-prefeito de Campo Grande e ex-senador.

Em uma cerimônia mais reservada entre amigos, familiares e algumas figuras como o ex-governador André Puccinelli, o atual prefeito Marquinhos Trad, e o deputado estadual Rinaldo Modesto, o sentimento que todos passaram de Juvêncio foi de missão cumprida. Ele morreu após não resistir à problemas cardíacos.

Das suas conquistas, em duas passagens pela prefeitura, a mais lembrada é a criação do passe do estudante. Após sair do Paço Municipal, Juvêncio ainda esteve nas cadeiras do Senado Federal. De onde saiu, no fim de 2007, se negando a receber a aposentadoria parlamentar.

A aposentada Maria Evanir Faria da Silva, 57 anos, faz parte da família e destaca algumas das qualidades de Juvêncio.

“Ser humano maravilhoso, bondade incrível, humildade e ética incomparáveis, ajudava a todos”.

Casal unido

Ele e Sueli Brandão da Fonseca foram companheiros por 42 anos. Ela se despediu do amado com palavras sobre orgulho de Juvêncio. 

“A saudade é eterna, mas eu tenho imenso orgulho de ter sido a companheira dele até o último momento”, conta.

A união do casal era visível aos olhos dos mais próximos também. “Eles sempre se apoiaram, Sueli sempre foi presente e participa de diversos projetos, ele sempre a acompanhava, apoiava e estava junto. Deixa um legado como figura pública e também como ser humano”, diz Maria Evanir.