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Polícia

Massagista convenceu amiga a transportar malas com corpo de chargista dizendo que eram roupas

Em depoimento, Clarice demonstrou estar arrependida; motorista não sabia do crime, aponta investigação

26 novembro 2020 - 12h00Por Nathalia Pelzl e Willian Leite

A massagista Clarice Silvestre de Azevedo pediu ajuda de uma amiga, motorista de aplicativo, para transportar o corpo do chargista Marco Antônio Rosa Borges, em Campo Grande. 

Após matar o homem a facadas e esquartejar com a ajuda do filho, de 21 anos, ela chamou a amiga e disse que precisava doar roupas, que estavam na mala e que outros motoristas não aceitariam tanta bagagem e cachorro no veículo. 

Ela combinou um valor de R$ 70 para fazer o transporte do Bairro Monte Castelo ao Jardim Tarumã. As informações foram passadas pelo delegado Carlos Delano da DEH (Delegacia Especializada de Homicídios), responsável pelas investigações. 

Segundo o delegado, a amiga não teria conhecido do crime, porém tudo está sendo investigado. O celular dela foi vistoriado e o carro deverá passar por perícia para verificar possíveis vestígios de sangue

Além disso, depois de matar Marco, Clarice teria comprado um ‘kit desova’, com sacos plásticos pretos, água sanitária, luvas e tesoura.

A massagista vai responder por homicídio qualificado por motivo torpe, ocultação de cadáver e vilipêndio. 

Ainda conforme o delegado, Clarice teria mostrado arrependimento. 

Assista mais detalhes sobre o caso: