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quarta, 30 de setembro de 2020
Polícia

VÍDEO: família guarda a sete chaves imagens que eternizaram alegria da menina Gabrielly

A menina aparece dançando e sorrindo em um vídeo ao lado da irmã mais nova, um ano antes de morrer

06 março 2019 - 07h00Por Dany Nascimento

Através de vídeos e fotos: é assim que a família de Gabrielly Ximenes de Souza, 10 anos, mata a saudade da criança, que esbanjava alegria no seu dia a dia. A menina morreu no dia 6 de dezembro do ano passado, dias após apanhar de duas adolescentes na saída da escola Lino Vilachá, no bairro Nova Lima, em Campo Grande.

Através das redes sociais, os pais relembram alguns momentos e destacam a parceria que existia entre Gabrielly e as irmãs. “Ela era daquele jeito, alegre, era uma menina extrovertida, era uma excelente criança. Não me dava trabalho em nada, ela era muito alegre, do mesmo jeito que aparece no vídeo”, diz o pai de Gabrielly, Roberto Carlos de Souza.

Questionado sobre o que a família pretende fazer, já que a polícia concluiu que a criança só morreu porque apanhou na escola, o pai explica que aguarda uma conversa com a advogada da família. “A advogada pegou o laudo, ela vai ler e ver o que foi alegado para depois me chamar para uma conversa. Acredito que até o final dessa semana ela deve me chamar, vamos aguardar”.

Enquanto isso, as memórias:

O caso

Foto: Arquivo Familiar

De acordo com a delegada da DEAIJ (Delegacia Especializada em Atendimento à Infância e Juventude), Ariene Murad,  Gabrielly só morreu porque foi agredida no dia 29 de novembro. “A criança tinha imunodeficiência primária, que é difícil de ser detectada e, conforme o histórico clínico, ela tinha várias passagens nas unidades de saúde. De acordo com o fluxograma do evento, Gabrielly tinha imunodeficiência primária, teve o trauma no dia 29 de novembro, que evoluiu para uma artrite séptica , septicemia, tromboembolismo pulmonar e a morte no dia 6 de dezembro, às 6h25 da man. Temos um laudo do Instituto de Medicina e Odontologia Legal, um laudo de necropsia que o perito fez exame anátomo patológico, onde cinco órgãos foram analisados”;

A briga começou dentro da escola, entre Gabrielly e uma colega de sala, ambas alunas do 4º ano na escola. “Ela teria puxado o cabelo da Gabrielly durante uma briga dentro da escola e, do lado de fora, Gabrielly foi agredida pelas adolescentes. Segundo as testemunhas, a criança não teria se envolvido na briga do lado de fora da escola, só as adolescentes que agrediram a criança com chutes e mochiladas. Uma das adolescentes, é prima da menina que começou a brigar com a Gabrielly dentro da escola”, disse a delegada.

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