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Política

Aliados de Reinaldo enfrentam 1º 'esbarrão' na disputa por comando da Assembleia

Eventuais candidatos pertencem ao mesmo partido ou de siglas parceiras

30 outubro 2018 - 17h00Por Celso Bejarano

A aliança que reelegeu Reinaldo Azambuja (PSDB), governador de Mato Grosso do Sul, deve sofrer logo o primeiro esbarrão na definição da nova direção da Assembleia Legislativa, disputa que deve ser resolvida já na primeira sessão da Casa, em 1º de fevereiro do ano que vem. 

Pormenor que deve substanciar eventual embate entre os parceiros: os principais candidatos à presidência do legislativo estadual ou pertencem a mesma sigla ou legendas aliadas.

A composição de Reinaldo elegeu 16 dos 24 deputados. A chapa do candidato derrotado, o juiz Odilon de Oliveira (PDT), emplacou quatro deputados.

O embate entre os aliados na eleição de Reinaldo, embora ainda silenciosa, já pode ser notada nos bastidores do legislativo estadual.

Até agora, ao menos seis concorrentes aparecerem como eventuais interessados no cargo. Oficialmente, apenas um, o deputado reeleito Paulo Corrêa (PSDB), mostrou-se expressamente motivado à disputa. Tanto que ele já dialoga com parceiros da Casa, conforme disse ao TopMidiaNews.

Além dele despontam como eventuais candidatos Onevan de Matos, Rinaldo Modesto – dois reeleitos pelo PSDB – Londres Machado, do PSD, Zé Teixeira, do DEM e o parceiro de legenda, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, outros reeleitos.

Questionado sobre a possibilidade de concorrer à chefia da assembleia, Zé Teixeira afirmou que “ele e 23 deputados” estariam de olho no cargo.

O restante ainda não se manifestou acerca do acerca do caso. O atual presidente da AL-MS, Júnior Mochi, do MDB, disputou a eleição para o governo e teve o desejo frustrado já no primeiro turno.