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Política

há 1 semana

Início do ano letivo em Campo Grande corre risco de greve geral e 'apagão' nas Emeis

Vereador Landmark alerta que paralisação no dia 9 deixará mães e pais desamparados

A gestão Adriane Lopes (PP) tem menos de uma semana para desarmar uma bomba-relógio que ameaça o início do ano letivo em Campo Grande. O vereador Landmark (PT) alertou, nesta terça-feira (3), que os assistentes de educação infantil aprovaram indicativo de greve para a próxima segunda-feira, dia 9 de fevereiro, exatamente a data marcada para a volta às aulas na Rede Municipal de Ensino.

O parlamentar subiu à tribuna para exigir uma solução rápida da prefeita Adriane Lopes (PP), alertando que a inércia em negociar resultará no fechamento em massa das Emeis (Escolas Municipais de Educação Infantil), deixando centenas de crianças sem atendimento e famílias sem ter onde deixar os filhos.

"Existe indicativo de greve para o dia 9. Isso muito nos preocupa. E as mães que precisam também das unidades, das assistentes, das Emeis, não podem ter essa surpresa", declarou Landmark.

Pauta da Taxa do Lixo atropelada

A tensão no plenário foi tamanha que paralisou a pauta legislativa. Diante da urgência do "apagão" nas escolas, os vereadores decidiram retirar da ordem do dia a votação do veto da prefeita referente à Taxa do Lixo.

O debate, que definiria se a cobrança majorada continua ou não, foi adiado para a próxima terça-feira (10), com uma audiência pública intercalada agendada para o dia 5. Na prática, a crise educacional engoliu a agenda fiscal. Os parlamentares entenderam que não havia clima político para discutir tributos enquanto a cidade corre o risco iminente de colapso no atendimento às crianças.

Landmark enfatizou que a gestão Adriane Lopes terá que responder a demandas enumeradas pelos servidores:

  • Aumento do salário-base para R$ 2.500,00 e vale-alimentação de R$ 300,00;
  • Fim da distorção que classifica assistentes como "monitores" e cumprimento da lei do atestado de acompanhante;
  • Solução para a superlotação que inviabiliza o trabalho pedagógico;
  • Desvio de função de assistentes de educação para realização de trabalhos pedagógicos;
  • Apuração de denúncias de assédio, com alimentação sendo negada aos servidores.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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