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segunda, 26 de julho de 2021
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Política

Mandetta fala sobre desemprego e toma: 'fica em casa e economia a gente vê depois'

Ex-ministro da Saúde e ex-aliado de Bolsonaro afirma que um projeto e união são necessários no país para resolver problema da alta da inflação e desemprego

16 junho 2021 - 17h00Por Rayani Santa Cruz

Presidenciável, o ex-ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) afirmou, no Twitter, que o Brasil precisa de um projeto político e união para resolver o desemprego e alta da inflação. Ele foi criticado por internautas por conta da recomendação de isolamento social, feita enquanto gestor do ministério da Saúde.

Em um momento em que o valor do gás de cozinha chega a custar R$ 104 dependendo da região do país, e o preço da cesta básica ultrapassa os R$ 500, o ex-deputado diz que é necessário diminuir a desigualdade social.

“Comida, remédio, gás, energia elétrica. Quando esses preços sobem, quem sofre são os mais pobres. O cenário é cruel com os mais vulneráveis: inflação em alta e desemprego. Para resolver essa equação, precisamos de união e projeto. Do contrário, seguiremos sendo um país desigual”, disse Mandetta.

Criticado

Apesar de a publicação ter tido um percentual de apoio, alguns internautas rebateram o ex-ministro. Eliandro Rocha ironizou: 'A solução é "ficar em casa até não conseguir mais respirar"'.

Nilma Freitas disse que vota em João Dória para resolver o problema. "A volta da inflação, e a falta de estabilidade Econômica no Brasil faz com que milhões de família vem a sofrer. Em 2022 João Dória mudará isso, PSDB já estabilizou a economia no passado. Tem capacidade de governar no futuro."

Magno Pereira disse: "fica em casa, economia se vê depois." 

Ivonete seguiu a mesma linha de raciocínio dos outros. "Fique em casa até faltar o ar a economia a gente vê depois, lembra? O depois chegou, viva a hipocrisia."

Mandetta ainda não confirma candidatura pelo DEM, mas segue como uma espécie de porta-voz do partido atuando em reuniões nacionais. Inclusive, teve participação em reuniões no Rio de Janeiro antes da expulsão de Rodrigo Maia.

O médico, que antes era aliado do presidente Jair Bolsonaro, pede mudança de gestão e já chegou a fazer diversos posts defendo a democracia após atos da extrema direita no país.