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há 2 dias

Assembleia de Deus afasta e promete apurar estupro de pastor contra garota em Campo Grande

Douglas Mandu também é servidor na gestão Adriane Lopes e foi afastado das duas atividades

  • Pastor foi afastado da prefeitura
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Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missões Campo Grande prometeu, nesta terça-feira (3),  apurar denúncia de estupro envolvendo o pastor do ministério, Douglas Mandu, em Campo Grande. Além de afastá-lo das atividades, também manifestou solidariedade à vítima, adolescente à época do crime. 

A nota foi postada nas redes sociais na tarde desta terça-feira e é assinada como ''diretoria''. O texto diz que a igreja soube do caso pelas redes sociais na manhã desta segunda-feira (2) e diz que, imediatamente, seguiu os trâmites estabelecidos pelo estatuto da entidade. Foi reforçado que não havia registro de reclamações à diretoria sobre os fatos envolvendo o religioso.  

''A ADMCG reafirma seu posicionamento de repúdio a qualquer forma de violência ou abuso especialmente contra menores e pessoas vulneráveis'', diz trecho do comunicado. Foi observado que foi adotado no ministério um protocolo de segurança e prevenção e proteção para crianças e adolescentes em todas as igrejas. 

No trecho final, a igreja – mesma que a prefeita Adriane Lopes congrega – manifestou solidariedade, apoio e proteção à vítima e os familiares dela. Foi dito também que a ADM está disposta a colaborar com as autoridades competentes sobre o caso. 

''Como defensores vida e da dignidade humana, a igreja coloca-se ao lado da proteção dos vulneráveis, oferecendo suporte espiritual e humano neste momento difícil'', reflete a direção da ADMCG. 

Denúncia expõe o caso

A vítima, hoje com 21 anos, contou que o crime aconteceu durante suas férias escolares em 2019. No boletim de ocorrência, ela explicou que estava na casa do irmão quando o suspeito chegou. Ao bater no imóvel, ele foi logo entrando e empurrando a menor para um dos cômodos, onde consumou o estupro de maneira violenta.

Ainda em seu relato, ela explica que, após isso, Mandu saiu e retornou momentos depois com um comprimido, obrigando-a a ingerir. A vítima acredita que tomou uma pílula do dia seguinte. A mulher, na época ainda adolescente, disse que era virgem e foi ameaçada de morte pelo pastor.

Consta no registro policial que o homem teria livre acesso à residência do parente da vítima, por ser pastor da congregação que ele frequenta. Em um laudo médico, encaminhado para o site Nova Lima News, ficou comprovado que ela desenvolveu diversos problemas psicológicos devido ao crime, precisando de acompanhamento para tratamento dos danos emocionais.

Os fatos foram denunciados na Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) em fevereiro de 2026, cerca de 7 anos depois do crime. 

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