Deputado federal reeleito Marcos Pollon (PL) sugeriu, após a votação de domingo (25), que o processo eleitoral foi fraudado a favor de Lula (PT). Ele citou, nesta segunda-feira (26) decisões do Supremo para embasar a acusação.
"Depois de um processo terminado, passado das cinco horas, o Zanin [ministro do STF indicado por Lula] dá uma decisão. Ele não tem competência para dar essa decisão, que seria do TSE". comentou o aliado de Jair Bolsonaro.
Em outro ponto, o deputado afirmou que surgiram votos de 'aquém'' e ''do além'' e que, em menos de 24 horas, apareceram 11 milhões de votos a favor do candidato petista. Em outro trecho, a acusação é ainda mais grave.
''Surgiu o fenômeno do 'mesário pianista'. A pessoa está ausente, não vai votar, aí o mesário vai lá e vota no lugar dela'', disparou o deputado.
Após as acusações, Pollon afirmou que o sistema de votação atual não é auditável e que, para coibir fraudes, seria necessário ter um fiscal de partido por urna.
''Lembro que, desde os meus 16 anos, a esquerda sempre tem fiscal em todas as sessões. Toda urna tem o fiscal deles, mas temos que ter também e sobreviver a esse mar de merda'', declarou Marcos.
Por fim, Pollon disse que as denúncias de fraude e a extensão da votação de domingo precisam ser levadas ao conhecimento do mundo inteiro.
''E nós nos posicionando para que ocorra o impeachment ou a anulação desse pleito, que foi absurdo sem precedente'', finalizou o deputado.
A fala de Pollon ocorre em um momento em que Flávio Bolsonaro já havia questionado a lisura do pleito, embora esse discurso venha sendo amenizado.








