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Política

Candidatos abordam segurança pública, educação e família em programa eleitoral

São seis os postulantes a chefe do executivo estadual

05 setembro 2018 - 20h06Por Thiago de Souza

Candidatos ao governo do estado falaram sobre família, ações em segurança pública e educação em seus programas eleitorais, na noite desta quarta-feira (5).

Humberto Amaducici (PT) apresentou a esposa e os filhos, que falaram sobre a importância da educação na vida deles. O candidato disse acreditar na educação pública e promete administração participativa com pais, alunos e professores.

Júnior Mochi (MDB) destacou a administração feita na prefeitura de Coxim e que tem compromisso com o eleitor. O emedebista falou que quer garantir saúde e habitação de qualidade e ''fazer o que precisa ser feito''.  

O candidato disse que é recebido pelo público como alternativa e que foi responsável por modernizar o legislativo do estado.

Reinaldo Azambuja apresentou números de estudos nacionais que mostram evolução no combate à criminalidade no estado. Ele disse que aumentou o investimento na área para mais de R$ 120 milhões.

O tucano também afirmou que adquiriu novas viaturas e equipamentos para as polícias e bombeiros no estado. Além disso, destacou o índice de promoções na PM, mas cobrou participação do governo federal, principalmente na segurança da fronteira.

O pedetista Odilon de Oliveira afirmou que Mato Grosso do Sul tem tudo para oferecer saúde, educação e oportunidade para todos. Falou em gestão transparente e efeiciente, com novas tecnologias.

O candidato pediu uma basta a indicações políticas no governo, assim como obras superfaturadas e inacabadas.

João Alfredo (PSOL) destacou sua trajetória, dizendo ser filho de merendeira e taxista e que a educação mudou os rumos de sua vida. Por isso, se comprometeu a melhorar a educação e reduzir as desigualdades.

Marcelo Bluma (PV) falou sobre caos na saúde e segurança pública e relembrou os protestos de rua de 2013, que pediam rompimento com velhas práticas políticas. Ele questionou o eleitor se, depois dessas manifestações, se seria justo votar nos candidatos de sempre.