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Política

Em segundo bloco de debate, candidatos ao governo batem boca e citam processos na TV

Reinaldo e Odilon de Oliveira também abordaram desemprego e educação

25 outubro 2018 - 21h53Por Thiago de Souza

No segundo bloco do debate da TV Morena, na noite desta quinta-feira (25), em Campo Grande, o clima foi tenso entre os candidatos ao governo do Estado. Odilon de Oliveira e Reinaldo Azambuja trocaram acusações e citaram processos na justiça. Mas também falaram sobre educação e emprego

Sobre habitação, Reinaldo diz que já entregou 15 mil moradias, feito, segundo ele com ‘’criatividade’’, já que o grande banco financiador reduziu os aportes, e mesmo assim construiu milhares de casas.

Sobre o assunto, Odilon mudou o tema e criticou o excesso de gastos com a publicidade do atual governador.  

Sobre corrupção, Reinaldo diz que foi absolvido em um dos processos e e que Odilon é que é investigado. Inclusive citou uma central de ''fake News’’ que teria sido descoberta pela polícia. Mas Odilon rebateu e destacou que o arquivamento do processo do tucano é ‘temporário’’.

Reinaldo diz que Odilon deveria ter vergonha na cara ao não citar corretamente o arquivamento de seu inquérito. Citou investigação contra o pedetista sobre venda de sentença e espionagem na Vara Federal que atuou.

No tema emprego, pré-determinado pela emissora, Odilon diz que 118 mil famílias sofrem  com o desemprego e que é preciso profissionalizar o jovem.  Também criar escolas profissionalizantes com incentivos fiscais, evitar o êxodo rural e fortalecer a agricultura familiar. Ressaltou que isso é simples de fazer.

Sobre o assunto, Reinaldo diz que emprego se cria com programas de incentivos modernos, que resultaram na criação de fábrica de proteína de soja e fábrica de MDF em Água Clara.

Educação

Reinaldo diz que pegou o estado com um dos piores salários do país e hoje colocou em primeiro lugar. Além disso, citou programas de restauração de escolas. Diz ter negociado com os servidores a incorporação do abono e pactuando reajustes. Destacou aumento no índice do Ideb, além de 54 escolas em tempo integral.

Odilon disse que MS não paga o melhor salário do país, sendo o do Maranhão o verdadeiro. Sobre as escolas de tempo integral, disse que essas unidades não foram devidamente adaptadas ao modelo de ensino.