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Política

há 54 minutos

Desempenho econômico de MS durante gestão de Riedel é elogiado por lideranças nacionais

O governador resume a estratégia defendida para o Estado em três frentes: crescimento econômico, preservação e inclusão

Governadores, economistas, representantes do setor produtivo e integrantes do governo federal têm destacado o desempenho econômico de Mato Grosso do Sul e associado os resultados à gestão do governador Eduardo Riedel (PP), candidato à reeleição.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), classificou Riedel como um gestor eficiente e disse acompanhar com admiração o trabalho desenvolvido em Mato Grosso do Sul.

“Trabalho competente de um grande gestor, que abandonou a atividade privada para se dedicar ao setor público e tem feito isso com muita eficiência. E eu me tornei fã desse grande gestor, desse grande governador chamado Eduardo Riedel”, afirmou.

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), também relacionou os avanços do Estado à administração de Riedel. Segundo ele, Mato Grosso do Sul apresentou crescimento econômico, geração de empregos, redução da pobreza e melhora no desempenho escolar.

“É impressionante o que o Mato Grosso do Sul alcançou em tão pouco tempo. Crescimento acelerado, geração de empregos, redução da pobreza e o melhor desempenho escolar da sua história. Não é para qualquer um. E não é por acaso”, disse.

Para Ratinho, os resultados estão ligados à condução do governo estadual. “Isso só foi possível graças a uma gestão competente do Eduardo Riedel, focado em resultado e com visão de futuro”, completou.

As avaliações, porém, não se restringem ao meio político. O economista Ricardo Amorim colocou Mato Grosso do Sul entre os estados que mais avançaram economicamente nas últimas décadas, destacando o crescimento, o aumento da renda e a melhora nos indicadores de desenvolvimento humano.

O ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung (PSD) chamou atenção para o ambiente de negócios criado no Estado. Ao comparar estruturas de diferentes governos para receber empresas e novos investimentos, afirmou que Mato Grosso do Sul se destacou pela organização.

“A burocracia que melhor se organizou para lidar com o setor é a do Mato Grosso do Sul”, declarou.

A posição geográfica do Estado também foi ressaltada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Durante agenda com empresários e representantes do setor produtivo em Campo Grande, ele classificou Mato Grosso do Sul como um “Estado integrador”, destacando a ligação com o Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país, além da proximidade com outros países da América Latina.

Na avaliação do governo estadual, a combinação entre localização, infraestrutura, planejamento e ambiente de negócios ajudou a atrair novos investimentos e ampliar a industrialização.

“Com planejamento e visão de futuro, fizemos a economia ganhar fôlego, estimulamos o ambiente de negócios competitivo e assim atraímos grandes indústrias e investimentos”, afirmou Riedel.

A senadora Tereza Cristina (PP) também destacou a trajetória do governador e os resultados obtidos nos últimos anos.

“Nem sempre a gente teve esse reconhecimento. A própria trajetória do governador mostra o tamanho dessa luta. Um trabalho incansável que deu muito resultado”, afirmou.

Além dos indicadores econômicos, representantes da sociedade civil destacam os efeitos do crescimento no mercado de trabalho. A presidente da Cufa-MS, Letícia Polidoro, citou o aumento das oportunidades e a importância da qualificação profissional para que a população consiga ocupar as novas vagas.

“Têm surgido várias oportunidades e eu acho que um grande avanço que a gente tem é a questão da capacitação, de ter cursos”, afirmou.

Outro eixo destacado é a tentativa de conciliar produção e preservação ambiental. O presidente da Famasul, Marcelo Bertoni, citou iniciativas voltadas à valorização da conservação, como o PSA Pantanal, mecanismo que prevê pagamento por serviços ambientais a produtores que preservam áreas.

Riedel afirma que o desenvolvimento econômico deve caminhar junto com a proteção ambiental e a inclusão social.

“Nós provamos que é possível unir crescimento e preservação, ampliar a produção sem abrir mão da proteção ambiental”, disse.

O governador resume a estratégia defendida para o Estado em três frentes: crescimento econômico, preservação e inclusão. “Não adianta crescer sem preservar. E não adianta crescer e preservar sem incluir”, afirmou.

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